O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de liminar da Universidade de São Paulo (USP) para não pagar salários dos servidores grevistas em 48 horas.
A segunda tentativa de conciliação entre a diretoria da Universidade de São Paulo (USP) e grevistas da instituição terminou sem acordo no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2). Segundo informações do TRT-2, a universidade não fez proposta de reajuste e os trabalhadores disseram que estão sem salário há dois meses. No próximo dia 5, haverá nova reunião.
Funcionários da Universidade de São Paulo (USP) – em greve desde 27 de maio – fizeram um protesto em frente ao Hospital Universitário (HU) no campus do Butantã, na capital paulista. Os manifestantes são contrários à transferência do hospital para a Secretaria Estadual de Saúde, proposta do reitor Marco Antonio Zago para sanar os problemas orçamentários da universidade.
Funcionários e professores da Universidade de São Paulo (USP), que estão em greve há mais de 80 dias, entraram em confronto nesta quarta-feira (20) com a Tropa de Choque da Polícia Militar (PM). No início da manhã, os grevistas fecharam três entradas da Cidade Universitária, na região do Butantã, na capital paulista. A polícia agiu para desbloquear a passagem e remover barricadas na Rua Alvarenga.
As aulas da Universidade de São Paulo (USP) no campus leste foram retomadas nesta segunda-feira (18), após o local ter sido interditado pela Justiça no começo de janeiro. A unidade foi fechada por causa da constatação de gás metano no subsolo, altamente inflamável, proveniente de dejetos retirados da dragagem no Rio Tietê e da presença de terra e outros entulhos contaminados.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG-PR), Gilberto Carvalho, participou de uma aula pública sobre a Política e o Sistema Nacional de Participação Social. O evento aconteceu com alunos da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo (SP), na manhã dessa última segunda-feira (11).
A filósofa Marilena Chauí afirmou nesta sexta-feira (8), em aula magna sobre a greve de funcionários e professores da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste de São Paulo, que a crise financeira e administrativa da universidade é resultado da "metamorfose da instituição social pública em organização operacional".
A reitoria da Universidade de São Paulo (USP) decidiu descontar os dias parados dos funcionários em greve. A decisão provocou a reação de centenas de funcionários da USP, com apoio de estudantes, que nesta segunda-feira (4) realizaram ato em frente à reitoria em protesto contra a intransigência da direção da universidade e exigindo o retorno imediato das negociações.
A reitoria da Universidade de São Paulo (USP) decidiu descontar os dias parados dos funcionários em greve. A decisão provocou a reação de centenas de funcionários da USP, com apoio de estudantes, que nesta segunda-feira (4) realizaram ato em frente à reitoria em protesto contra a intransigência da direção da universidade e exigindo o retorno imediato das negociações.
Em greve há mais de dois meses, o retorno das atividades nas três universidades estaduais de São Paulo (USP, Unicamp e Unesp) continua indefinido. A próxima reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), que negocia com as entidades representativas, está marcada para o dia 3 de setembro.
A Justiça de São Paulo autorizou a reabertura do campus da Universidade de São Paulo na zona leste da capital paulista (USP Leste). O local estava interditado desde 9 de janeiro, após a constatação da presença de gás metano – altamente inflamável – proveniente do descarte do desassoreamento do Rio Tietê.
Terminou sem acordo a reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo (Cruesp), com o Fórum das Seis da última quarta-feira (02). A presidenta do (Cruesp) e reitora da Unesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, iniciou a conversa informando que a reunião só foi marcada porque as categorias vinham solicitando, como demonstração de que não seriam intransigentes. Mas mantiveram a cantilena das dificuldades financeiras e o reajuste zero na data-base.