Instituição foi escolhida pela ONU para sediar campanha mundial de igualdade e, para isso, tenta encarar suas contradições internas. Evento feito no início do mês contribuiu para a visibilidade de algumas questões, mas são muitos os desafios….
Por Ketrin Cristina da Silva*, especial para o Saúde!Brasileiros
A quantidade de alunos pretos e pardos aprovados no vestibular de 2016 da Universidade de São Paulo (USP) caiu em relação ao ano anterior.
O Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) abriu sindicância para apurar a denúncia de que um aluno da faculdade estuprou uma estudante da universidade em uma festa em Sorocaba, no interior paulista. O instituto informou que, após as investigações, tomará as medidas necessárias para que o caso não fique impune.
Mais um caso de estupro envovendo estudantes da Universidade de São Paulo (USP) veio à tona nesta segunda-feira (30). Durante o feriado de Corpus Christi, uma jovem foi estuprada durante a festa dos jogos universitários que ocorreu em Sorocaba, interior do estado. Segundo nota da Atlética da Escola de Comunicações e Artes (ECA), o autor do estupro, conhecido como Ezequiaz Cars, também graduando da USP, teria cometido outros três estupros.
Militantes do Levante Popular da Juventude, do coletivo Rua, da Juventude do PT, do Juntos e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) foram os debatedores da tarde de terça-feira (24) na Universidade de São Paulo (USP). A programação faz parte do Seminário “Caminhos de Esquerda diante do Golpe”.
O Brasil atravessa momento de falta de credibilidade institucional, com o Poder Judiciário atuando de maneira decisiva na criminalização de movimentos sociais, na perseguição de alguns partidos políticos e na violação de direitos. Esta é a avaliação de especialistas em Direito que participaram de debate nesta terça-feira (24) na Universidade de São Paulo (USP), como parte do Seminário “Caminhos de Esquerda diante do Golpe”.
Na noite desta segunda-feira (23), o pátio da Faculdade de História da USP foi pequeno para a multidão que recebeu o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), para um debate sobre os rumos da esquerda frente ao golpe. O parlamentar considera o golpe reversível e aponta para a mobilização pelo Fora Temer como a melhor forma de unificar contra o governo ilegítimo.
O seminário "Caminhos da esquerda diante do golpe", que teve início nesta segunda-feira (23) na FFLCH da USP, no Butantã em SP, debateu entre outros assuntos, o papel dos movimentos de juventude na luta por mais conquistas no Brasil. O evento contou com a presença de Wellington Amorim (Coletivo Rua), Ícaro Andrade (Juntos), Erik Bouzan (JPT) e Jessy Daiane (Levante Popular da Juventude). A presidenta da Ubes, Camila Lanes também participou do debate. Abaixo o vídeo:
Professores e alunos da USP realizam durante uma semana, entre os dias 23 e 30 de maio, um ciclo de debates sobre o tema "Os caminhos da esquerda diante do golpe". O evento ocorrerá nos espaços dos cursos de História e Geografia do campus Butantã. O objetivo, segundo os organizadores, é abrir espaço para os diversos segmentos da esquerda sobre a crise política e as perspectivas do seu enfrentamento.
Exigir relações sexuais como moeda de troca para ter acesso a uma vaga em um apartamento, ser perseguida até a porta de casa, conhecer casos de estupros dentro do local onde você vive. As estudantes que moram no Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo (Crusp), um local para acolher gratuitamente alunos e alunas de baixa renda que vêm de outras cidades, convivem diariamente com essa realidade, de acordo com um dossiê preparado pelas próprias estudantes.
Um grupo de estudantes da Universidade de São Paulo que vive no Conjunto Residencial da USP (Crusp) ocupou nesta quarta-feira (6) a sede da Superintendência de Assistência Social (SAS) da universidade após uma aluna ser agredida fisicamente há dois dias por mais dois estudantes que vivem em um dos blocos. Os manifestantes exigem que a instituição expulse os agressores da moradia estudantil. Sao mais de 50 casos de violência contra a mulher nos prédios, denunciados pelos moradores.
Um grupo de professores da Universidade de São Paulo (USP), lançaram uma nota nesta sexta-feira (18), analisando o momento político no país. Segundo os docentes, é necessário criticar a política do governo, mas, tal situação não abre precedentes para o contexto atual de arbitrariedades jurídicas e ao estado de exceção.