Em 2 de maio de 1945, as emissoras britânicas de rádio interromperam sua programação para anunciar o fim da guerra. “Berlim caiu. O marechal Josef Stalin acaba de anunciar a ocupação completa da capital da Alemanha.”
O momento do fincamento da bandeira soviética sobre a sede do governo da Alemanha, o Reichstag, ficou na memória de todos devido a uma foto em particular. Contudo, a imagem custou a vida de soldados na dura Batalha de Berlim.
Na data em que transcorrem os 150 de nascimento de Vládimir Ilitch Uliánov é importante analisar a atualidade de sua obra e a relevância história de seus feitos.
Polícia, Exército, KGB e até Marinha chegaram a se envolver na contenção de doenças mortais
Compra arriscada do Varyag, depois transformado no Liaoning, acelerou o programa de porta-aviões da China e estruturou seu desenvolvimento ao longo do tempo
Depois da Revolução de Outubro, a líder francesa chefiou o Conselho Econômico de Moscou, foi diretora da Zhenotdel e presidiu a 1ª Conferência Internacional de Mulheres Comunistas
Ao assinalar esta data, o PCP recorda o papel determinante e inesquecível da URSS, do povo soviético e do seu […]
“Foi graças ao bravo Exército Vermelho que, há 75 anos, Auschwitz foi libertada do nazismo”, com estas palavras a apresentadora do 5º Fórum Mundial do Holocausto, este ano realizado em Jerusalém, que, na tarde de quinta-feira (23), a apresentadora do evento chamou para falar o presidente russo Vladimir Putin.
O ministro faz demagogia, por pertencer ao campo ideológico oposto ao que mobilizou os chamados “pracinhas” para combater o nazifascismo na Europa.
O Ministério da Defesa russo divulgou arquivos inéditos que esclarecem como o Tratado de Não Agressão entre a Alemanha e a antiga União Soviética foi assinado em 1939, quando o país era dirigido por Josef Stálin (1878–1953). No site do ministério, há, agora, uma seção multimídia dedicada ao Pacto Mólotov–Ribbentrop, assinado entre a URSS e a Alemanha nazista. Os documentos, publicados pela primeira vez, lançam luz sobre detalhes desconhecidos da política mundial antes da 2ª Guerra Mundial.
Hoje, depois do golpe de Estado de 2015/16, e depois de três anos seguidos da mesma política econômica neoliberal e ortodoxa, o Brasil está ficando cada mais parecido com a Rússia dos anos 90. Mas pelo menos a experiência russa ensina que existe “vida” depois da destruição ultraliberal, e que será possível refazer o Brasil, depois que o senhor Guedes e seu capitão já tiverem passado em conjunto para galeria dos grandes erros ou tragédias da História brasileira.
Por José Luís Fiori