Para nada contribuíram com o propósito de evitar o flagelo terrorista em nível global ações dos Estados Unidos supostamente voltadas para este fim em consequência dos atos criminosos de 11 de setembro de 2001.
Por Manuel Yepe, em Cubadebate
Quatro ativistas foram assassinados nesta quinta-feira em um ataque executado por um avião não tripulado estadunidense “drone” contra as zonas tribais do noroeste do Paquistão, reduto dos talibãs e da Al-Qaeda.
A Inspire, a revista eletrônica oficial da rede terrorista Al-Qaida em inglês, critica em seu número 7, online desde 27 de setembro deste ano, o presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad por ele ter feito questionamentos sobre os ataques de 11 de setembro de 2001.
Duas vezes nas últimas duas décadas foram previstos significativos cortes nas despesas militares americanas e ocidentais: primeiro, após a queda do muro de Berlim, e depois no seguimento da crise financeira de 2008. Contudo, de ambas as vezes as despesas militares depressa aumentaram e, entre os fatores que contribuíram para o aumento, estiveram intervenções americanas em novas áreas: os Balcãs nos anos 1990 e a Líbia atualmente [1].
Por Peter Dale Scott, no Global Research
Embora sempre tenha existido uma ideia de aproximação entre terrorismo e crime organizado transnacional, depois dos ataques terroristas de 11 de setembro, analistas passaram a defender que essa interação tendia a aumentar. Para o pesquisador da PUC-SP, Paulo Pereira, contudo, mais que uma realidade, essa é uma percepção que foi construída pelas agências de inteligência e aplicação da lei norte-americana, com o objetivo de ampliar suas prerrogativas de atuação e angariar mais recursos.
Quando eu era criança, ainda na década de 40, aprendi com meus pais a ler as notícias nos jornais – Estadão e Folha da Manhã – com um “coador” para eliminar as intenções políticas conservadoras e compreender nas “entre linhas” a realidade. Foi uma boa escola que hoje me permite acompanhar na TV o que vai pelo Brasil e pelo mundo com maior objetividade, graças, também, ao conhecimento direto que adquiri na vida como militante comunista.
A resposta dos EUA ao ataque contra o World Trade Center engendrou duas novas guerras e uma contabilidade macabra. Para vingar as mais de 2.900 vítimas do ataque, algumas centenas de milhares de pessoas foram mortas. Para cada vítima do 11 de setembro, algumas dezenas (na estatística mais conservadora) ou centenas de pessoas perderam suas vidas. Mas essa história não se resume a mortes.
Por Marco Aurélio Weissheimer, na Carta Maior
Dez anos após os atentados do 11 de Setembro, os Estados Unidos, mergulhados em seus problemas econômicos que não são poucos nem pequenos, recordam o dia inscrito para sempre em sua memória coletiva.
Atos de terror se transformaram em ações grandiosas e espetaculares que atraem a cobertura da grande mídia. Há autores, inclusive, que falam na existência de uma simbiose: se o terror precisa da mídia para divulgar sua mensagem de violência e medo, os terroristas proporcionam o espetáculo do qual a mídia comercial se alimenta.
Por Venício Lima*, em Carta Maior
Dentro de alguns dias será celebrado o décimo aniversário do 11 de Setembro de 2001. De que forma resistiu o relatório oficial do governo norte-americano ao longo da última década?
Por Paul Craig Roberts*
Um livro de colorir para crianças é o mais novo centro de polêmica nos Estados Unidos. A publicação gerou controvérsia ao ensinar os pequenos sobre os ataques de 11 de setembro retratando muçulmanos acompanhados das palavras terrorista e extremista.
Os Estados Unidos, como promotores da chamada "lista de países patrocinadores do terrorismo", cujo propósito é denegrir aquelas nações que rechaçam suas políticas de dominação, protege e refugia dezenas de terroristas, foragidos e trapaceiros de todo o tipo, reclamados por diferentes governos da América Latina.
Jean-Guy Allard, no Granma Internacional