A TV Vermelho presta homenagem à cidade de São Paulo, que completa 462 anos neste 25 de janeiro.
A tática da polícia militar de fechar ruas, terminais de ônibus e estações de metrô para impedir os atos contra o aumento da tarifa em São Paulo começa a ser questionada pela população. Na noite de quinta (21) após nova atuação truculenta da PM contra manifestantes ficou um saldo de 17 feridos, 8 presos e muitas denúncias.
Sobre o surpreendente anúncio de desfiliação do prefeito de Jundiaí-SP, Pedro Bigardi, do PCdoB, anunciado no fim da tarde desta terça-feira (19), a direção estadual do Partido divulga nota oficial em que lamenta o ocorrido.
Para comemorar o Dia Nacional do Combate a Intolerância Religiosa, que acontece na quinta (21), a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR) e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) promovem um Ato Público no auditório da Prefeitura de São Paulo, às 14h, neste dia. O evento contará com a presença do Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, autoridades públicas e representantes de diferentes religiões.
O Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), divulgou nota para “repudiar a ação truculenta e desumana da Polícia Militar do Estado de São Paulo” na manifestação dos estudantes nesta terça-feira (12) contra o aumento das passagens de ônibus e de metrô e por um transporte público de qualidade. A nota recebeu apoio de outras entidades e de professores da Universidade de São Paulo (USP).
É lamentável que um jornal como O Estado de S. Paulo tenha redigido um texto tão frágil e panfletário (editorial “Protesto nada pacífico”, publicado em 31/12/2015), cumprindo um papel lastimável de porta-voz do governo do estado, quando deveria, pelo menos, cumprir seu papel informativo e esclarecedor da situação da educação pública na rede estadual paulista. Longe disso, o texto desqualifica o debate a partir de acusações preconceituosas e inconsistentes.
Por Maria Izabel Azevedo Noronha*
Para a revista Veja, os governos de Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, e de Beto Richa (PSDB), no Paraná, merecem nota máxima nas áreas de educação. As duas gestões tucanas são conhecidas por violentas ações policiais contra professores e estudantes e também por tentativas de fechar escolas sem diálogo. No último dia 31 de dezembro, a revista divulgou o Ranking de Competitividade dos Estados. Na publicação, os dois governos tucanos foram os mais bem avaliados na área educacional.
Alunos que participam do movimento de ocupação de escolas em São Paulo comemoraram o Natal dentro dos próprios colégios. Na Escola Estadual Alves Cruz, na zona oeste da capital, cerca de 15 pessoas, entre pais e estudantes, fizeram uma ceia durante a noite de 24 de dezembro. Na Escola Estadual Fernão Dias Paes, na mesma região, os alunos fizeram um churrasco na tarde de hoje. Na Manuel Ciridião Buarque, também na zona oeste, teve "pizzada" neste dia 25.
O projeto de abertura da Avenida Paulista para pedestres foi eleito pelo ArchDaily, site especializado em arquitetura, como “inspirador” na categoria comprometimento urbano de 2015.
A Sala dos Estudantes, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, extrapolou sua lotação na manhã desta quarta-feira (16), durante o ato público “Professores contra o impeachment”, organizado pelo movimento “Impeachment, Legalidade e Democracia”.
O perfil dos manifestantes de domingo repete silhueta semelhante à vista em março e agosto, quando setores da classe média paulistana saiu às ruas contra os governos de esquerda
Por José Carlos Ruy*
Levantamento da Prefeitura de São Paulo e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) mostra que, a cada quatro pessoas mortas pela Polícia em 2014 na capital paulista, uma possuía entre 13 e 17 anos. O estudo aponta ainda que duas a cada três vítimas eram negras – a incidência de morte (64%) é 2,75 vezes maior que entre brancos. De acordo com a pesquisa, a polícia foi responsável por 21% dos homicídios ocorridos na capital no ano passado.