A direita mais reacionária da sociedade paulistana mostra a sua cara nestas eleições com atitudes que não aparecem nas campanhas dos seus respectivos candidatos. Celso Russomanno (PRB) tenta censurar os Jornalistas Livres e um ex-assessor de João Doria Junior (PSDB), Luiz Carlos Franco, o acusa de falsidade e perseguição.
O jovem Henrique Domingues foi agredido por seguranças na manhã desta quinta-feira (29), enquanto distribuia panfletos do candidato a prefeito Fernando Hadadd, na calçada em frente ao metrô Arhur Alvim, localizado na Zona Leste da capital paulista.
A redução do limite de velocidade no trânsito tem incendiado os debates na campanha eleitoral de São Paulo. A medida, adotada pelo prefeito Fernando Haddad no ano passado, gerou polêmica imediatamente e agora é matéria-prima para a plataforma dos candidatos a prefeito.
Artigo do vice-presidente nacional do PSDB e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, explicita o racha entre tucanos e deixa claro que o candidato a prefeito da capital paulista, João Doria, não é visto com bons olhos sequer dentro de seu partido. Goldman afirma que, apesar de se apresentar como “o novo” na política, o postulante “usa métodos velhos” e utilizou “recursos lícitos e ilícitos" para vencer a prévia do PSDB. Respondendo a comentários, diz que Doria "é uma desgraça" para a sigla.
O 2º turno em São Paulo ainda não está definido e quem aposta numa disputa entre dois conservadores pode se surpreender. É o que avalia a vice-prefeita da cidade, Nádia Campeão (PCdoB). Para ela, o mais provável é que se confrontem na próxima etapa do pleito um candidato das forças que deram apoio ao impeachment de Dilma Rousseff e outro que represente a oposição ao golpe e a defesa da democracia e dos trabalhadores. “E essa candidatura [à esquerda] mais forte é a de Fernando Haddad”, diz.
Auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) aponta que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) pagou sobrepreço de até 144% na merenda adquirida em contratos com Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), alvo de investigação pela Polícia Federal (Operação Alba Branca) e por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa que apura suspeitas de desvios de recursos públicos nessas transações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
É fato que a juventude brasileira não se sente representada pelos poderes instituídos. Isso porque o sistema político não favorece a nossa participação. Candidaturas que representem a força da mulher jovem que vai à luta sem medo de nada.
Por Angela Meyer*
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que o Metrô deve indenizar em R$ 15 mil passageira que sofreu assédio dentro de um vagão da companhia. Segundo a decisão proferida no início do mês pela 14ª Câmara do Direito Privado do TJ-SP, apesar de o ato ter sido cometido por terceiro, é dever da Companhia do Metropolitano de São Paulo zelar pela segurança dos usuários.
Cerca de 20 mil manifestantes ligados ao Movimento Trabalhadores sem Teto (MTST), liderado por Guilherme Boulos, saíram às ruas nesta quinta-feira (15) reivindicando a liberação de recursos para a construção de moradias populares. Após ocuparem o Palácio dos Bandeirantes, os representantes do movimento entraram em negociação com o governo Alckmin e conquistaram a liberação de recursos para o Minha Casa Minha Vida.
Permanece preso um dos três manifestantes detidos nesta segunda-feira (11) durante ato contra o golpe na capital paulista. Ele é fotógrafo, tem 41 anos e foi indiciado por dano, resistência e lesão corporal pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo (SSP). O manifestante deverá passar ainda nesta terça-feira (12) por uma audiência de custódia, quando um juiz vai verificar a legalidade da prisão.
Em debate eleitoral entre candidatos municipais de São Paulo, o prefeito Fernando Haddad afirmou que o golpe foi contra a presidenta Dilma Rousseff, mas também contra direitos e conquistas sociais. “O golpe não é apenas no mandato, é mais grave do que isto”, argumentou.
A Polícia Militar de São Paulo segue usando da truculência para sufocar as manifestações que lutam contra o golpe de Estado em curso no país. Desde a última segunda-feira (29) os atos políticos que ocorrem na região da Avenida Paulista são repreendidos com bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e jatos d´água. Nesta terça feira à noite (31) a cena se repetiu e quatro jovens foram detidos e levados à 3º DP, localizada na região central da capital.