O presidente do PCdoB, Renato Rabelo, sugeriu aos vereadores reunidos na “Concentração para a Reforma Política”, evento promovido pela União dos Vereadores do Brasil (UVB), esta semana em Brasília, que buscassem o consenso em torno de duas ou três questões importantes. Segundo ele, quando se converge, isso tem força, mais do que um relatório com muitas e diferentes posições. E pediu aos vereadores que reforçassem a luta do PCdoB a favor das coligações.
O debate sobre a reforma política ganhou um importante reforço com a realização do seminário "As mulheres e a Reforma Política", promovido pelo PT, PCdoB, PSB, PDT, as respectivas fundações partidárias e movimentos sociais, nesta terça-feira (10), em Brasília. A deputada Luciana Santos (PCdoB-PE) saudou a iniciativa por seu caráter estratégico em partilhar e influenciar as decisões em trâmite no Congresso Nacional.
O auditório da sede do PCdoB/DF ficou lotado na tarde desta terça-feira (10) com a reunião de prefeitos e vereadores do PCdoB com o presidente nacional do partido, Renato Rabelo. O tema do encontro foi a proposta de Reforma Política em debate no Congresso Nacional. "Existem muitas propostas em debate hoje no Parlamento, e muitas delas representam um grande retrocesso para nossa democracia", destacou Rabelo.
Reportagem da TV Paim entrevista populares e parlamentares para saber o que vai mudar com a reforma política no país.
A lista preordenada com alternância de gênero e o financiamento público foram as propostas que uniram as mulheres que participaram do seminário "As mulheres e a Reforma Política”, realizado nesta terça-feira (10), no Auditório Petrônio Portela, do Senado Federal, em Brasília. O objetivo do evento é construir uma pauta comum mínima das mulheres para a reforma política.
O presidente do PCdoB, Renato Rabelo, será um dos palestrantes da “Concentração para a Reforma Política”, evento promovido pela União dos Vereadores do Brasil (UVB), em Brasília, essa semana. O evento coincide com o esforço do PCdoB de realizar, em todos os estados brasileiros, movimento destinado a barrar intentos conservadores de proibição das coligações proporcionais na reforma política. Rabelo fará palestra sobre o PCdoB e a reforma política, na quinta-feira (11).
Depois que o Senado debateu e formalizou seu anteprojeto de reforma política, agora é a Câmara dos Deputados quem promove uma série de debates para tentar chegar a uma proposta comum. Nesta quinta-feira (5), a Comissão Especial da Reforma Política da Câmara realizou audiência sobre o financiamento público de campanhas e sistemas eleitorais. Paralelamente ao debate no Congresso, os partidos políticos também estão apresentando suas propostas específicas.
A direção do PCdoB na Bahia está mobilizando os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do partido no estado para que participem de dois importantes eventos políticos que acontecem em Brasília na próxima semana. Entre os dias 9 e 12 de maio, acontece a Concentração para a Reforma Política, organizado pela União dos Vereadores do Brasil (UVB). Já a XIV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, convocada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), ocorre nos dias 10,11 e 12 de maio.
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Teixeira (SP) afirmou que o partido buscará maior diálogo com os partidos aliados para debater a Reforma Política. “Iniciando com os blocos dos partidos históricos, passando pelo PMDB e os demais partidos, com os movimentos sociais e tem também um debate com os intelectuais”.
No final da reunião da Comissão Política nesta quinta-feira (28),em Brasília, o PCdoB divulgou nota sobre a reforma política que está sendo discutida no Congresso Nacional. No texto, os comunistas reafirmam o seu propósito de luta “em defesa da liberdade de escolha do eleitor e da liberdade partidária: pela adoção da lista preordenada, do financiamento público exclusivo de campanha e contra a extinção das coligações proporcionais”.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (27) que a vaga de suplente pertence à coligação, e não ao partido. O único voto contrário foi do ministro Marco Aurélio. O posicionamento do Supremo mantém o critério de convocação que vem sendo adotado pela Câmara dos Deputados – ele estabelece que o deputado que se afasta do cargo seja substituído por outro da mesma coligação, mas não necessariamente do mesmo partido.
O Supremo Tribunal Federal decide nesta quarta-feira (27), em Brasília, a partir das 14h, se as vagas abertas na Câmara dos Deputados em decorrência do afastamento dos titulares deverão ser ocupadas por suplentes do partido ou da coligação partidária.