“O que aconteceu em Macapá pode ser a ponta do que está por vir nos demais estados brasileiros”, afirma documento.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, expressou recentemente sua insatisfação por não ter conseguido concluir nenhuma privatização nos primeiros dois anos de governo.
Paulo Guedes sabe que, passadas as eleições, será o momento de decidir questões em suspenso. O ministro grita porque seu time é o mais fraco.
Em solidariedade ao Amapá, que passa por um apagão em 13 dos 16 municípios do estado, as centrais sindicais emitiram uma nota exigindo providências contra a empresa responsável pela situação.
Texto incluiu atenção primária no nefasto projeto privatista do governo
Para Guilherme Mello, da Unicamp, Paulo Guedes percebeu que não conseguirá segurar a flexibilização do teto de gastos e decidiu cobrar preço alto, exigindo o avanço de suas pautas.
Segundo Paulo Kliass, Guedes está mais fraco em disputa interna. Se tivesse entregado resultados prometidos, teria mais força para se impor a Jair Bolsonaro.
Nas duas últimas décadas, mais de 200 cidades europeias, como Berlim e Paris, reestatizaram suas empresas de saneamento
Nessa crise profunda, aumentou a necessidade de desvelar, compreender e combater esse fenômeno da persistência do neoliberalismo com características brasileiras
Presidentes das entidades vão entregar documento com propostas para retomada da economia e combate à crise
Em entrevista à CNN, ministro da Economia falou em “fazer três ou quatro privatizações” em até 90 dias.
Apesar da experiência como professor e diretor de escola, Feder, de 42 anos, se destacou como empreendedor e apoiador de campanhas eleitorais da direita