Embaixador chinês aponta Macau como prova do sucesso da fórmula “um país, dois sistemas”. Cai Run inaugurou no Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa, uma exposição comemorativa do 20.º aniversário da devolução do território à China, após mais de quatro séculos de presença portuguesa. O general Rocha Vieira, último governador de Macau, assistiu à cerimônia.
Apurados até o momento (terça-feira, 8/10) 98,98% dos votos e já distribuídas 226 de 230 cadeiras (faltam duas cadeiras destinadas a emigrantes da Europa e outras duas a emigrantes de Fora da Europa), o resultado geral das eleições portuguesas traz algumas boas notícias, mas nenhuma delas autoriza a dizer que Portugal tem um governo “de esquerda” ou, menos ainda, “socialista”. Por Wevergton Brito Lima*
O primeiro-ministro António Costa e seu Partido Socialista (PS) conseguiram uma vitória expressiva nas eleições realizadas neste domingo em Portugal, aumentando a sua presença no Parlamento para um número próximo da maioria absoluta.
Segundo ele, a Coligação Democrática Unitária (coligação de esquerda formada pelo Partido Comunista Português e pelo Partido Ecologista "Os Verdes") se oporá a medidas de retrocessos, caso o Partido Socialista queira adotá-las.
Eleições têm como favorito o bloco de centro-esquerda.
Uma reportagem de Gian Amato no jornal O Globo sobre o governo de Portugal — uma coalização da qual faz parte o Partido Comunista Português (PCP) — mostra o resultado da intensa propaganda ideológica midiática para descaracterizar os conceitos de direita e esquerda.
As eleições legislativas portuguesas (as mais importantes do país), serão realizadas no dia 6 de outubro. Os emigrantes possuem direito a 4 vagas no parlamento do país (que tem 230 deputados). Duas vagas são para emigrantes da Europa e outras duas para emigrantes de Fora da Europa.
O trajeto das caravelas entre os mares lusitanos e brasileiros já foi travessia dolorosa, marcada pela chaga da escravidão e pelo processo colonial. Já foi trânsito de ouro, café, borracha. Trouxe os primeiros livros do velho mundo e levou as primeiras notícias do novo. Uma ida e volta diversa, ao longo dos séculos, que neste final da década de 2010, é marcada também pelas trocas solidárias de resistência e da luta popular internacionalista.
Por Alexandre Santini e Tiago Alves, de Portugal
Uma festa que nasceu como reivindicação após a ditadura Salazar e transcendeu a política. Avante!, a maior celebração do Partido Comunista de Portugal (PCP), acontece acredita todos os anos.
Discurso de abertura e concerto sinfônico estiveram entre os destaques da primeira noite do evento. Secretário geral do PCP falou dos desafios dos comunistas para as eleições legislativas de outubro
Entre todos os festivais europeus que fervem de gente o continente durante o verão, Portugal abriga um com uma característica única: o trabalho de mais de 10 mil voluntários, durante vários meses, para construir, pintar, montar, levantar, produzir cada menor pedaço do evento. Uma verdadeira multidão que se organiza para erguer e manter a estrutura de todos os acontecimentos.
O Partido Comunista Português (PCP) se pronunciou sobre a greve dos motoristas de matérias perigosas e de mercadorias e sobre a decisão do governo de decretar uns serviços mínimos “robustos” e não poupa nas críticas aos promotores do protesto.