Os presidentes do Paraguai, Horacio Cartes, e do Chile, Sebastián Piñera, se comprometeram nesta terça-feira (17) a expandir o comércio e o fluxo de investimentos entre os países. Na visita oficial do novo presidente paraguaio a Santiago, os países concordaram em empenhar esforços para cumprir o acordo de comércio e serviços no âmbito do acordo entre Mercosul e o Chile.
Segundo Fernando Masi, especialista em economia do Centro de Análise da Economia Paraguaia (Cadep), o Paraguai estaria cometendo um erro grave se afastando do Mercado Comum do Sul (Mercosul) em troca de uma união com a Aliança do Pacífico.
A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, recebeu visita do presidente do Paraguai, Horacio Cartes, que assumiu o governo em agosto. Durante o encontro, os dois presidentes ressaltaram a importância da cooperação entre os países vizinhos e lembraram que a partir da articulação comum foi criado o Mercado Comum do Sul (Mercosul), na década de 1990. A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) foi estabelecida depois, em 2008.
O ex-presidente e senador do Paraguai, Fernando Lugo, destituído do poder por um golpe parlamentar em 22 de junho de 2012, denunciou, em entrevista concedida à Prensa Latina, o ressurgimento do neoliberalismo em seu país. Para ele, esta nova ofensiva se dá por meio das medidas adotadas pelo novo governo, disfarçadas como benefícios sociais.
No poder há 22 dias, o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, enfrenta nesta quarta-feira (4) a primeira manifestação desde que assumiu o governo. Sob a liderança de vários sindicatos, indígenas, camponeses, estudantes e trabalhadores de diversas categorias promovem protestos em sete áreas distintas da capital Assunção.
Trabalhadores e técnicos do setor elétrico paraguaio iniciaram, na semana passada, mobilizações contra a aprovação contra o Marco Regulatório do Sistema Elétrico que, segundo os manifestantes, esconde uma “manobra privatizadora”. Nesta quinta-feira (4), os trabalhadores realizarão uma grande marcha no país.
O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Eladio Loizaga, reiterou nesta terça-feira (3), a vontade do país de que a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e o Mercosul façam uma revisão das decisões tomadas no período em que o Estado permaneceu suspenso dos blocos.
Depois de ter os poderes ampliados pelo Congresso Nacional, o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, reiterou o compromisso de dar prioridade, em seu governo, ao combate e à erradicação da pobreza. Ele pediu aos correligionários que apresentem propostas que o ajudem a cumprir essa determinação. Cartes assumiu o poder há menos de três semanas, o que permitiu que o Paraguai fosse reintegrado à União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e ao Mercado Comum do Sul (Mercosul).
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) divulgou, na quinta-feira (29,) nota oficial para exigir resolução sobre a morte do camponês Lorenzo Areco, assassinado um dia antes da posse do novo presidente paraguaio, Horácio Cartes.
Por Mariana Serafini, especial para o Vermelho
Convocados pela Federação de Educadores do Paraguai e com o respaldo de outros sindicatos, professores em greve ocupam a praça em frente ao Congresso, desde a manhã desta terça-feira (27). Os manifestantes reclamam uma modificação na lei de aposentadoria e objetivam pressionar os deputados e senadores para que aprovem suas demandas na Câmara.
O presidente paraguaio Horacio Cartes, empossado em 15 de agosto, já cumpre os compromissos internacionais. Nesta segunda-feira (26), ele se encontra com o presidente espanhol Mariano Rajoy e com o rei Juan Carlos, em Madri. Na terça-feira, Cartes viaja para Bruxelas e, em setembro, deve vir ao Brasil cumprindo o convite que a presidenta Dilma Rousseff fez a ele, durante a cerimônia de posse.
A Federação dos Educadores do Paraguai anunciou greve de fome até o dia 29 para pressionar o governo a adotar uma série de medidas. Pelo menos, 50 professores protestam em frente ao Congresso Nacional, em um acampamentos montado na área externa do edifício. Os professores reivindicam a revisão do número de aulas, aumento salarial e a concessão de benefícios trabalhistas.