Além do país ser vítima de um grupo terrorista, o Boko Haram, que assola a Nigéria há mais de um ano, tem sido vítima também da superstição e da ignorância. A segunda maior economia da África não consegue evitar que crianças sejam abandonadas nas ruas em tenra idade porque seus pais e vizinhos as consideram "bruxas".
O governo de Camarões deportou mais de 2.000 nigerianos que estavam ilegalmente no país, como parte das novas medidas de segurança para prevenção de ataques suicidas pelos membros do grupo Boko Haram, segundo autoridades regionais.
O Exército da Nigéria anunciou, nesta quarta-feira (28), a libertação de 293 mulheres e meninas sequestradas pelo grupo terrorista Boko Haram no bosque de Sambisa, considerado base do grupo jihadista.
O presidente eleito da Nigéria, Muhammadu Buhari, disse, nesta terça-feira (14), que não pode prometer que vai encontrar as 219 alunas raptadas pelo grupo radical Boko Haram há exatamente um ano.
Cerca de 800 mil crianças foram obrigadas a fugir de casa por causa do conflito no Noroeste da Nigéria entre o grupo terrorista Boko Haram, o Exército nigeriano e as milícias populares, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
O político Muhammadu Buhari está com vantagem de votos conforme os primeiros resultados oficiais das eleições presidenciais em 29 dos 36 estados da Nigéria. Os primeiros números revelaram a disputa entre o atual presidente, Goodluck Jonathan, e seu principal opositor, Buhari.
Muitos nigerianos votam neste domingo (29) nas eleições gerais da Nigéria, depois de uma série de problemas técnicos registrados neste sábado (28) em pelo menos 300 dos 150 mil locais de votação espalhados por todo o país, o que obrigou a prorrogação das votações neste domingo (29).
As urnas foram abertas nste sábado (28) na Nigéria, anunciou a Comissão Eleitoral, e os eleitores dirigem-se aos locais de votação para eleger o novo presidente e o Parlamento.
As eleições gerais na Nigéria em 28 de março se realizam em um marco complexo, quando o país sofre um período crítico diante do avanço do grupo extremista islâmico Boko Haram.
A Nigéria, o mais populoso país africano, vai eleger um novo presidente e o parlamento no sábado (28), depois de um adiamento de seis semanas para combater o grupo radical islâmico Boko Haram, que aterroriza sobretudo o Norte do país.
O grupo nigeriano Boko Haram sequestrou 500 mulheres e crianças em Damasak, no norte de Borno, dias depois de a cidade ter sido libertada pelas tropas do Tchade e do Níger.
O Exército da Nigéria anunciou neste sábado (21) que recuperou o controle da cidade de Baga, no Nordeste do país, tomada pelo grupo terrorista Boko Haram em janeiro, após um ataque que foi considerado o mais sangrento dos últimos seis anos. Apesar da falta de dados oficiais, nesse ataque podem ter morrido mais de duas mil pessoas.