Reunidos na capital baiana, ativistas e representantes de governos dos países caribenhos, sul-americanos e ibero-americanos concluíram o encontro de cúpula em comemoração ao Ano Internacional dos Afrodescendentes, o Afro XXI, no sábado (19), com a aprovação da Declaração de Salvador. O encontro também declarou Salvador a capital dos afrodescendentes dos países ibero-americanos.
O Dia Nacional da Consciência Negra foi comemorado pelo Senado, nesta segunda-feira (21), com uma sessão especial. Na Câmara, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) anunciou que fará pronunciamento, na sessão desta terça-feira (22), para comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra. O parlamentar adiantou que vai refletir sobre os passos que o país tem dado no sentido de combater o racismo, a intolerância e o preconceito racial.
A educadora Ana Célia da Silva e o pai de santo Air José de Jesus receberão esta semana a medalha Zumbi dos Palmares. A homenagem é outorgada pela Câmara de Vereadores de Salvador a pessoas, grupos ou entidades que se destacam em diversos âmbitos da sociedade, na luta pelo combate à prática do racismo e a favor da cultura afro-brasileira. Ana Célia recebe a medalha na terça-feira (22/11) e Pai Air na sexta (25/11).
Como parte das comemorações do Dia da Consciência Negra, o Museu Afro Brasil inaugura neste domingo (20) uma escultura de Zumbi dos Palmares, líder negro que resistiu à escravidão no Brasil. Com 2,2 metros de altura, a obra é uma réplica da que se encontra na Praça da Sé, em Salvador, e foi doada ao museu por sua autora, a artista plástica Márcia Magno.
No discurso para chefes de Estado da América Latina, Caribe e África, reunidos em Salvador para as comemorações do Ano Internacional dos Afrodescendentes, a presidente Dilma Rousseff citou as marcas deixadas pela escravidão no Brasil.
A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado (19) que "a pobreza no Brasil tem face negra e feminina". Daí a necessidade de reforçar as políticas públicas de inclusão e as ações de saúde da mulher, destacou, ao encerrar, em Salvador, o Encontro Ibero-Americano de Alto Nível, em comemoração ao Ano Internacional dos Afrodescendentes.
Deputados defenderam durante Sessão Solene na Assembleia Legislativa políticas que valorizem os negros
A Câmara dos Deputados vai homenagear nesta sexta-feira (11), durante sessão solene alusiva ao Dia Nacional da Consciência Negra , que se comemora no dia 20 de Novembro. A data tem sido celebrada como uma contribuição de combate ao racismo no Brasil. O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), destacou a realização do Congresso Nacional da Unegro, este final de semana em Brasília, que ajuda na vida social e política do país, “ao levantar o grito contra o preconceito e a discriminação racial”.
O deputado Assis Melo (PCdoB-RS), em pronunciamento nesta quinta-feira (10) na Câmara, cumprimentou a todos os congressistas que estarão em Brasília, de hoje a domingo (13), participando do 4º Congresso da União de Negros pela Igualdade (Unegro). O objetivo é o de ajudar na elaboração de políticas públicas de inclusão social de negros e negras.
A reunião dos principais acontecimentos da história dos povos africanos e das populações negras no Brasil e na diáspora. Essa é a síntese da Agenda Afrobrasileira 2012, que será lançada na segunda quinzena de novembro, quando se comemora o Dia da Consciência Negra – 20 de Novembro. O objetivo do projeto – resultado do trabalho de professores e pesquisadores – é sistematizar a pesquisa, a organização e a divulgação de datas e fatos importantes do calendário africano e afrobrasileiro.
Uma pesquisa divulgada nesta segunda (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apontou que o desemprego é maior em metrópoles com maior número de pessoas negras ou pardas. O estudo, coordenado pelo economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, dissociou a questão de escolaridade do desemprego, mostrando que a falta de trabalho tem relação com a cor, sem relação obrigatória com os anos de estudo.
Um dos grupos mais importantes da Bahia, o Ilê Aiyê, completou 38 anos nesta terça-feira (1º).
Ele foi o primeiro bloco afro da Bahia. Iniciou sua história no Curuzu, bairro da Liberdade, que é o bairro com maior população negra do país. O bloco nasceu no Terreiro de Candomblé de nação Gêge-nagô Ilê Axé Jitolu, comandado por Mãe Hilda dos Santos. Sào, portanto, 37 anos de afirmação da negritude brasileira.