Forças do regime israelense voltaram a demolir, nesta quinta-feira (15), a aldeia beduína de Al-Araqib, no sul da Cisjordânia palestina. A destruição acontece pela 45ª vez, e é realizada por militares, com tratores e escavadeiras. Tanto a demolição de casas palestinas quanto a construção e expansão de colônias israelenses na Cisjordânia e em Jerusalém Leste têm sido condenados, inclusive pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, como determinantes para um fracasso das negociações de paz.
O Comitê Político da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), liderado pelo presidente Mahmoud Abbas, reúne-se nesta quinta-feira (15), em Ramallah, Cisjordânia. O objetivo da reunião foi discutir o progresso nas negociações com Israel, reiniciadas em julho, segundo o porta-voz da presidência, Nabil Abu Rudeineh. Abbas encontrou-se também com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon. Nesta quarta (14), foram liberados 26 prisioneiros palestinos, o que deu otimismo ao governo.
Palestinos e israelenses celebraram na tarde desta quarta-feira (14) a segunda rodada de negociações de paz, em um momento que o ministro israelense da Habitação revelou a decisão do regime de construir mais milhares de casas ilegais nos territórios ocupados.
O governo da Colômbia e os camponeses de Catatumbo retomaram a mesa de diálogos nesta sexta-feira (9), e depois de quase dois meses de tensões, após a negligência do governo, as partes conseguiram se reunir para negociar.
De acordo com fontes oficiais, nesta terça-feira (6), tropas paquistanesas mataram cinco soldados indianos em um ataque ao longo da linha de controle do estado de Jammu e Cachemira, sob a disputa entre o Paquistão e a Índia. A emissora PressTV cita o ministro chefe de Jammu e Cachemira, Omar Abdullah, que afirmou que os soldados paquistaneses da fronteira atacaram um posto militar indiano localizado na região de Poonch, administrada pela Índia, na Cachemira.
A jornalista israelense Amira Hass escreve, nesta segunda-feira (5), o que considera serem as garantias pedidas pelos palestinos a Martin Indyk, o enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, para a continuidade do processo de paz, cuja retomada foi anunciada na semana passada. Indyk foi nomeado para o cargo pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, que vem afirmando um “esforço” pelas negociações entre israelenses e palestinos.
A questão do militarismo e da luta pela paz, nesta sexta-feira (2), no âmbito do 19º Encontro do Foro de São Paulo, reuniu a presidenta do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) e do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes; o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben; Zaida Chmaruk, do Partido Comunista da Argentina; e David Florez, da Marcha Patriótica, da Colômbia.
Por Moara Crivelente, para o Vermelho
As declarações de vários oficiais estadunidenses, israelenses e palestinos sobre os chamados “esforços de paz”, após o anúncio da retomada das negociações, nesta segunda-feira (29/), foram o foco dos três diários árabes publicados na Palestina, nesta quinta (1º/8). O balanço é feito pela agência palestina de notícias, Wafa.
Mais de 200 representantes de 18 setores políticos e sociais encerram nesta terça-feira (30) em Bogotá, capital da Colômbia, um foro sobre participação política no país, e as propostas serão enviadas ao governo e às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (Farc-EP), que mantêm um processo de paz ativo desde novembro passado.
O Hatnuah, partido israelense centrista fundado em 2012 por Tzipi Livni, teve uma reunião tensa nesta quarta-feira (20), em que Tzipi apresentou o acordo de coalizão com o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, assinado nesta terça-feira (19).
Em março, quando o primeiro ministro israelense Benjamin Natnyahu formar seu novo governo, o presidente Obama planeja chegar para uma visita histórica a Israel e à Autoridade Palestina. Ele quer falar ao povo israelense, mas não tem o que dizer.
Por Yacov Ben Efrat*
O comando da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) apresentará em março ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, uma proposta para as negociações de paz com Israel.