Fundado em 2015 no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, o Coletivo Futebol Mídia e Democracia realiza, no dia 11 de fevereiro, o seu 1º Encontro Nacional. A atividade, que ocorre no centro de São Paulo, reunirá torcedores, jornalistas e ativistas de diversas regiões do país para dialogar sobre como enfrentar a agenda de lutas de 2017 nas ruas e nas arquibancadas.
“Em entrevista à TVT, emissora de televisão de São Paulo mantida por entidades sindicais, o professor da Escola de Comunicação e Artes da USP, Laurindo Lalo Leal Filho afirma que enquanto não houver uma mídia que faça o contraponto à mídia conservadora, o Brasil não pode ser considerado uma democracia”.
Por *Sousa Júnior
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) apoia projeto de comunicação que denuncia a Proposta de emenda à Constituição (PEC) 287, que desmonta da Previdência Social. A iniciativa, que será lançada na segunda-feira (12), é do Portal Outras Palavras e pretende desmascarar por meio do jornalismo mais uma ameaça do governo Temer aos direitos dos trabalhadores.
“O Manual Inútil da Televisão” talvez tenha sido assim, inútil, para o próprio autor. “Jamais consegui aplicá-lo”, brinca Paulo Henrique Amorim. Não se pode dizer a mesma coisa em relação à experiência do leitor, principalmente se este for um jovem aspirante a jornalista.
Por Sergio Lirio*, na Carta Capital
Há quase vinte anos, a Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE) surgiu a partir do entendimento de que era necessário ao movimento estudantil mobilizar uma rede mais diversificada e abrir espaço para as produções de outras áreas de linguagens.
Por Daniela Rebello, do Cuca da UNE
O jornalista americano Glenn Greenwald mora no Rio de Janeiro há 11 anos com seu companheiro David Miranda. Em 2013, ele ficou conhecido mundialmente pelo furo do esquema de espionagem da NSA revelado por sua fonte, Edward Snowden.
Por Kiko Nogueira, no DCM
O Conselho Deliberativo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) reafirmou nesta sexta-feira (9), em São Paulo, disposição em denunciar o golpe contra a democracia no Brasil. Para a coordenadora geral, Renata Mielli, o que está sob ameaça é o exercício da liberdade de expressão. Guilherme Boulos, da Frente Povo Sem Medo, afirmou que a formação de uma frente ampla de denúncia do golpe e do programa que ele representa é a tarefa do movimento social.
Por Railídia Carvalho
O Conselho Deliberativo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) reafirmou nesta sexta-feira (9), em São Paulo, disposição em intensificar a denúncia do golpe no Brasil. Para a coordenadora geral, Renata Mielli, o que está sob ameaça é o exercício da liberdade de expressão. Guilherme Boulos, da Frente Povo Sem Medo, afirmou que a formação de uma frente ampla de denúncia do golpe e do programa que ele representa é a tarefa do movimento social.
Por Railídia Carvalho
O Conselho Deliberativo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) reafirmou nesta sexta-feira (9), em São Paulo, disposição em denunciar o golpe contra a democracia no Brasil. Para a coordenadora geral, Renata Mielli, o que está sob ameaça é o exercício da liberdade de expressão. Guilherme Boulos, da Frente Povo Sem Medo, afirmou que a formação de uma frente ampla de denúncia do golpe e do programa que ele representa é a tarefa do movimento social.
Por Railídia Carvalho
O governo interino de Michel Temer quebrou contratos de publicidade de 11,2 milhões de reais que a Secretaria Social de Comunicação (Secom) da Presidência da República mantinha com a imprensa alternativa. Os portais Carta Maior e Opera Mundi foram atingidos pelos cortes e realizam campanhas de assinaturas para manter as publicações eletrônicas. Para os veículos, Temer resolveu censurar os portais que denunciam o desmonte dos direitos sociais em vigor no país.
Em recente entrevista à jornalista Mônica Bergamo, da Folha, a presidente Dilma Rousseff observou que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha declarava ter feito negociações com “os interessados” sobre uma lei para democratização econômica dos meios de comunicação. Dilma disse que o Brasil precisa restringir a concentração excessiva da mídia nas mãos de poucos grupos, pois isso prejudica a democracia.
As notícias neste domingo (17) falam muito mal para quem ama a liberdade de opinião no Brasil. Faleceu aos 75 anos o grande, lúcido e democrata Eliakim Araújo, vítima de um câncer maldito. O que dizer? Tive a sorte de ter Eliakim Araújo como meu editor no Direto da Redação, um sítio para o qual pude escrever com absoluta liberdade muitos artigos. O que dizer mais? Não sei. Então escrevo esta bobagem: um forte abraço, Eliakim Araújo, amigo pernambucano.
Por Urariano Mota*