Às vésperas do terceiro aniversário, assassinato ainda não teve mandante elucidado pela Justiça. Mãe da vereadora critica morosidade das investigações. “Tem horas que a gente fica sem força.”
Dilma Rousseff, Marina Silva e Sonia Guajajara estão entre as autoras que contam como a violência contra mulheres é particularmente cruel na política.
A decisão foi tomada de forma unânime pelos desembargadores da 1ª Câmara Criminal, que negou recurso da defesa
Veja o que foi destaque no Vermelho entre 6 e 12 de dezembro
Nesta terça-feira (8) completam mil dias do assassinato de Marielle Franco (PSOL). Após a prisão dos executores em março de 2019, o mandante e o motivo permanecem desconhecidos
Caso completa 1000 dias sem conclusão. No Parlamento e nas redes sociais, as perguntas “quem mandou matar Marielle e Anderson” e “por quê?” repercutiram nesta terça-feira (8)
“Condenamos qualquer tipo de violência política e de gênero. Não aceitaremos que a tragédia de Marielle Franco se repita”, afirmou Perpétua Almeida.
No episódio mais recente, Talíria Petrone (RJ), recebeu ameaças de morte durante sua licença maternidade, enquanto cumpria isolamento social.
Para Bruno Paes Manso, autor de “A República das milícias: dos esquadrões da morte à era Bolsonaro”, presidente sempre defendeu ideia de que leis atrapalham e de “restabelecer valores tradicionais” pela violência
Trabalharam no documento funcionários da EBC, representantes de sindicatos de jornalistas e radialistas de SP, RJ, DF e Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas)
Viúva diz ter convicção de que os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes serão elucidados: “Esse é um compromisso do Estado brasileiro com a nação, não só nacional, como internacional”.
“Ela foi assassinada às 21h32. No mesmo dia, às 23h45 já tinha uma fake news da Marielle espalhada em alguns sites de extrema direita”, conta Anielle Franco.