A esquerda bem informada
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Tag: juros

 Brasil tem o maior spread bancário do mundo, afirma estudo

 O spread bancário, que é a diferença entre a taxa passiva e ativa dos bancos, custa R$ 261,7 bilhões aos brasileiros e é o mais alto de 40 países com o mesmo modelo, afirma um estudo divulgado neste domingo em São Paulo.

Copom mantém taxa Selic em 8,75% e desagrada entidades

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, formado pelos diretores e pelo presidente da instituição, de manter novamente a taxa básica de juros inalterada em 8,75% ao ano ficou dentro da expectativa do "mercado", mas desagradou, novamente, as entidades sindicais dos trabalhadores e patronais que esperavam uma atitude menos conservadora do BC.

Copom desaponta outra vez ao manter juro em 8,75%

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve nesta quarta-feira (21) o juro básico da economia, a Selic, em 8,75% ao ano. A decisão no Copom foi unânime e sem viés. A Selic permanece como a quinta taxa de juro real mais alta do mundo, e a deliberação gerou como de costume uma avalanche de críticas dos sindicatos de trabalhadores e do capital produtivo. A esperança de juros baixos se transfere para o pós-Meirelles.

Governo reduz arrocho fiscal em R$ 5 bi para o Brasil crescer

O governo federal anunciou uma redução de reduz da meta do superávit primário para este ano, de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto) para 1,36%, um corte, em dinheiro de R$ 12,948 bilhões. O superávit primário é a principal forma de drenagem da economia para pagar juros, gastança que, só, em 2008, consumiu cerca de R$ 160 bilhões. A medida desenvolvimentista, em sintonia com as tomadas em todo o mundo diante da crise global, visa garantir o crescimento positivo da economia em 2009.

Copom detém corte no juro, que é o 4º mais alto do mundo

O Comitê de Política Monetária (Copom) interrompeu nesta quarta-feira (2) a sequência de cortes que vinha desde janeiro na taxa básica de juro. A taxa Selic foi mantida em 8,75%, sem viés e por unaimidade. Com isso, o Brasil, segundo projeção da Uptrend Consultoria Econômica, manteve-se como o quarto país com maior taxa de juro real no mundo, em um ranking de 40 países.

Meirelles: bancos privados devem seguir juros menores

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou que os bancos públicos tiveram uma importante ação anticíclica no Brasil, com expansão do crédito num momento de crise global. Após palestra em um evento do BC em São Paulo, ele afirmou ainda acreditar que "o setor privado vai voltar a disputar mercado".

Bom Dia Vermelho 14/08

Empresas anunciam saída da Comissão Organizadora da CONFECOM

Juros: bancos não seguem nem a queda da Selic

Juros bancários voltam ao nível da crise, apesar de a taxa básica ter recuado 34%
Os bancos brasileiros não repassaram aos seus clientes nem a insuficiente queda da taxa básica de juros (Selic).

Mantega defende que país pode conviver com juro baixo

O Brasil conseguirá sair da crise com uma imagem mais forte e capaz de manter a taxa básica de juros no patamar recorde de baixa que se encontra, em 8,75% ao ano. Esta é a opinião do ministro da Fazenda Guido Mantega. Em entrevista, Mantega afirmou que o País deixa a crise como um dos mercados emergentes mais atraentes do mundo, ao lado da China e elogiou a política anticíclica implementada pelo governo brasileiro "muito menos dispendiosa do que a dos outros países e com melhor resultado".

Incentivo à economia deve ser monitorado, diz Copom

Os estímulos à atividade econômica por meio da ampliação de gastos do governo, de incentivos tributários e de reduções da taxa Selic, devem ser “cuidadosamente monitorados” e serão avaliados nas decisões futuras do Copom. A avaliação consta da ata da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta quinta-feira.

Gastança com pagamento de juros continua elevada

Os governos gastaram R$ 13,506 bilhões com o pagamento de juros da dívida pública em junho. No mesmo mês do ano passado, a conta somara R$ 17,128 bilhões. No acumulado do primeiro semestre de 2009, a despesa com juros nominais atingiu R$ 78,937 bilhões, o correspondente a 5,46% do Produto Interno Bruto (PIB).

Gastança com pagamento de juros continua elevada

Os governos gastaram R$ 13,506 bilhões com o pagamento de juros da dívida pública em junho. No mesmo mês do ano passado, a conta somara R$ 17,128 bilhões. No acumulado do primeiro semestre de 2009, a despesa com juros nominais atingiu R$ 78,937 bilhões, o correspondente a 5,46% do Produto Interno Bruto (PIB).

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