Corte anulou a proibição ao desempenho de cargos públicos, pedindo que seja realizado um novo julgamento. Berlusconi não cumprirá a pena porque tem "idade avançada".
O Supremo Tribunal italiano adiou para a tarde desta quinta-feira (1º/8) a leitura do acórdão relativo ao recurso de Silvio Berlusconi da sentença que o condenou a quatro anos de prisão e cinco de interdição do exercício de cargos públicos, sob a acusação de fraude fiscal, no processo Mediaset. A confirmação da sentença implicará a sua retirada da cena política.
Desde que foi nomeada como primeira chefe de ministério negra da Itália, em abril último, Cécile Kashetu Kyenge tem sido vítima de observações de cunho racista e sexista por parte de membros da Liga Norte (LN), partido populista de direita que, entre outras bandeiras, é contra a imigração. Seus insultos incluem "macaca congolesa" (a ministra da Integração nasceu e cresceu na República Democrática do Congo) e "membro do governo bonga-bonga".
O ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi foi condenado hoje pelo tribunal de Milão a sete anos de prisão e a interdição permanente dos cargos públicos no processo conhecido como "caso Ruby", por concussão e prostituição de menores. Ex-premiê continua em liberdade e pode recorrer da decisão.
Pela primeira vez em dez anos, as centrais sindicais CGIL, CISL e UIL juntaram-se numa manifestação de trabalhadores. A taxa recorde de desemprego em Itália e as promessas nunca concretizadas dos governantes foram os principais alvos dos manifestantes.
A Procuradoria de Roma pediu o julgamento de 35 membros das juntas militares e dos serviços de segurança da Bolívia, Chile, Peru e Uruguai durante os anos 1970 e 1980, pela morte de 20 cidadãos de origem italiana, confirmaram nesta terça-feira (18) à Agência Efe fontes do judiciário.
Uma corte de apelações da Justiça italiana manteve nesta quarta-feira (8) a condenação do ex-premiê Silvio Berlusconi por sonegação de impostos – confirmando a sentença que pode levá-lo à prisão e à perda de direitos políticos.
O líder do Partido Democrata, Enrico Letta prestou juramento neste domingo (28) no Palácio Presidencial do Quirinal como novo presidente do Conselho Italiano, seguido por seus ministros, mas a cerimônia foi marcada por um tiroteio em frente à sede do Governo italiano.
Após dois meses das eleições e em meio a uma dura recessão, os italianos descobriram que o futuro institucional do país havia sido definido em Bruxelas pelos “técnicos” da BCE e seus “consultores" das agências de rating e dos grandes bancos europeus.
Por Achille Lollo, de Roma (Itália) no Brasil de Fato
As votações tiveram início nesta quinta-feira (18) para tentar substituir o atual presidente Giorgio Napolitano, de 87 anos. Após a primeira rodada de votações, nenhum candidato conseguiu a maioria necessária de dois terços.
Um casal italiano suicidou-se na cidade de Civitanova Marche, na região italiana de las Marcas, por dificuldades econômicas, revelaram nesta sexta-feira (5) os investigadores do caso.
Com a presença de 270 agentes de viagem, termina nesta sexta-feira (5), em Nápoles, a rodada de negócios que a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) realiza na Itália, com o objetivo de promover o destino turístico Brasil no mercado italiano. O encontro começou na quarta-feira (3), em Milão, e passou por Roma na quinta-feira (4).