Israel decidiu que não vai colaborar com as investigações do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre as denúncias de crimes de guerra cometidos durante mais de um mês de ofensiva contra a Faixa de Gaza. Na segunda-feira (11), a ONU nomeou como chefe da missão o canadense William Schabas, que foi logo sabatinado pela televisão israelense com perguntas sobre a “moral dupla” da organização para, claro, contestar a decisão de investigar Israel.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
Enquanto o premiê israelense Benjamin Netanyahu colhe frutos da ofensiva contra Gaza e, satisfeito, negocia mais com o seu governo do que com os palestinos a extensão do cessar-fogo reinstalado na segunda-feira (11), as notícias para o mercado financeiro e para o complexo industrial-militar são de lucros. A impunidade e a ineficácia do sistema internacional na proteção dos palestinos contra o massacre são acompanhados também pelo papel do capital na guerra.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
A trégua de 72 horas em Gaza, aceita por grupos de resistência palestinos, é a última chance para um cessar-fogo duradouro, aponta um dos membros da alta cúpula da liderança política do Hamas (Movimento Palestino Resistência Islâmica), Abu Musa Marzuq.
A morte de crianças e a destruição das cidades palestinas não são as únicas consequências das investidas militares praticadas pelo governo de Israel contra os palestinos. Além das perdas das vidas ocorridas diretamente durante os ataques, os bombardeios geram muitos problemas na área de saúde na região.
Os corpos dos civis palestinos massacrados por Israel ainda estão sob as ruínas dos prédios bombardeados em Gaza. Nenhuma casa das onze mil destruídas durante o mais recente massacre de julho/agosto de 2014 foi reconstruída. Estão desabrigados os quinhentos mil civis palestinos obrigados a deixar suas casas.
Por Abdel Latif
O massacre promovido contra o povo palestino deixou Israel em uma situação muito complicada. Esta é a avaliação do presidente do Irã, Hassan Rohani. Centenas de palestinos já morreram, incluindo mais de 400 crianças, mulheres e idosos. Os bombardeios não tem poupado alvos civis.
A agressão israelense na Palestina será o principal tema de uma reunião de emergência convocada para esta segunda-feira (11), no Egito, com os delegados permanentes dos países membros da Liga Árabe.
Outro “cessar-fogo” tem início em Gaza. Israel havia retomado bombardeios aéreos e por mar, na sexta-feira (8), encerrando outra trégua que permitiu aos palestinos recuperar os corpos de familiares sob os escombros, aumentando a estimativa de vítimas fatais. Sobre isso, a Organização para a Libertação da Palestina divulgou novo relatório. Já Israel segue empenhado em rebater as denúncias de crimes de guerra, através do próprio direito internacional.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
O Movimento de Resistência Islâmica Palestina (Hamas) e outras facções palestinas aceitaram neste domingo (10) um cessar-fogo de 72 horas com o regime de Israel na sitiada Faixa de Gaza, segundo informaram fontes palestinas, entre estas a agência de notícias Donya al-Watan.
O Movimento de Resistência Islâmica Palestina (Hamas) e outras facções palestinas aceitaram neste domingo (10) um cessar-fogo de 72 horas com o regime de Israel na sitiada Faixa de Gaza, segundo informaram fontes palestinas, entre estas a agência de notícias Donya al-Watan.
Delegações palestinas e israelenses que estão no Egito negociando o fim do conflito concordaram, neste domingo (10), em cumprir um novo cessar-fogo de 72 horas na Faixa de Gaza. As autoridades egípcias confirmaram que aguardam o início de um cessar-fogo para a noite, sem especificar o tempo exato, antes da retomada das negociações formais.
O presente artigo tem por finalidade traçar um breve histórico do Sionismo e suas origens, e em seguida analisar a retórica das autoridades israelenses em torno das tensões históricas com o povo palestino na Faixa de Gaza, para então comparar esta com as reais políticas implementadas na localidade.
Por Rennan Martins*, no Portal Desenvolvimentistas