Mais uma vez, o governo de Israel promove a construção de assentamentos em território palestino. A iniciativa, que visa intensificar a ocupação, ocorre poucos dias após a trégua que colocou fim aos conflitos, de quase dois meses, na Faixa de Gaza.
A direção do movimento Hamas aprovou o plano para a criação de um Estado independente proposto pelo presidente palestino Mahmoud Abbas, informa o jornal árabe Asharq Al-Awsat, neste sábado (30).
O fim dos bombardeios de Israel contra a Faixa de Gaza, quase dois meses após o lançamento da ofensiva que matou cerca de 2.200 palestinos, trouxe de volta à atenção o outro avanço da ocupação e da opressão dos palestinos, na Cisjordânia. A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) divulgou um documento sobre a agressão israelense lançada ainda em junho contra o território ocupado, disseminando graves violações, a repressão e a morte dos palestinos.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
O Irã denunciou, nesta quinta-feira (28), na ONU (Organização das Nações Unidas) a recente violação do seu espaço aéreo pelo regime israelense. O governo iraniano alertou ainda para as possíveis consequências da atitude de Israel, considerada agressiva.
Equador rejeitou, nesta quarta-feira (27), o pedido de um grupo de senadores norte-americanos para que sejam restabelecidas as relações diplomáticas com o regime israelense. O governo de Quito retirou seu embaixador dos territórios ocupados como forma de protesto contra a ofensiva militar na Faixa de Gaza.
Após 51 dias de ataques israelenses contra Gaza, por mar, ar e terra, Israel foi obrigado a parar com o massacre contra os palestinos.
Por Abdel Latif
O manual para os porta-vozes israelitas deveria ser mais conhecido. Diz tudo sobre a hipocrisia e dissimulação da estratégia sionista. Mas diz igualmente muito sobre o seu isolamento face à opinião pública de todo o mundo, incluindo nos EUA e na UE.
Por Patrick Cockburn, no Diário.Info
Com o anúncio de um cessar-fogo, que deverá abrir o caminho para negociações mais abrangentes em um mês, a liderança palestina comemora o fim da ofensiva israelense, que matou quase 2.200 pessoas na Faixa de Gaza em mais de 50 dias de bombardeios. Embora a notícia seja avaliada com cautela devido à completa falta de compromisso de Israel com a diplomacia e ao seu empenho na ocupação da Palestina, alguns pontos precisam ser destacados.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
O Líder Supremo da Revolução Islâmica no Irã, o aiatolá Ali Khamenei, saudou hoje a trégua em Gaza como uma vitória para a resistência do povo palestino, uma posição também aplaudida pelo Governo e pelo Parlamento.
O presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas, pediu, nesta terça-feira (26) à comunidade internacional para enviar ajuda humanitária urgente aos moradores de Gaza afetados pela ofensiva do regime israelense.
Enquanto a tragédia de Gaza desaparecia dos noticiários convencionais, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatório abrangente sobre a devastação do território bombardeado por Israel há mais de 50 dias. Para justificar seus vastos crimes de guerra e as mortes de 2.123 palestinos, majoritariamente civis, o Exército israelense voltou a criticar a ONU e a alegar que seus alvos são todos “terroristas”.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
Os palestinos anunciaram, nesta terça-feira (26) que chegaram a um acordo sobre um cessar-fogo duradouro com o regime israelense na Faixa de Gaza. As negociações de paz vêm sendo conduzidas no Egito.