A decisão do PSDB de permanecer no governo já começou a provocar efeitos. Miguel Reale Júnior, autor do pedido de impeachment contra o mandato da presidenta Dilma Rousseff, confirmou em entrevista sua desfiliação do PSDB.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (29) que o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff deixou uma cicatriz na sociedade brasileira, sendo uma contínua fonte de discordância na população.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou nesta quinta-feira (25) o pedido de abertura de processo de impeachment do Michel Temer na Câmara dos Deputados, sendo o 13º pedido protocolado contra Temer.
Logo após vir à tona nesta quarta-feira (17) a delação do dono da Rede JBS, Joesley Batista, com provas envolvendo o pagamento de propina para comprar o silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sob o aval de Michel Temer (PMDB-SP), movimentos sociais denunciam que é insustentável sua permanência frente à Presidência da República, reforçando a importância de convocar eleições diretas imediatas, tendo em vista que o processo indireto seria uma segunda tentativa de golpe no país.
Por Laís Gouveia
Após a divulgação pela imprensa de que o dono da JBS gravou Michel Temer dando aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha, as sessões no Parlamento foram suspensas. Oposição pede instalação imediata de comissão para analisar impeachment de Temer.
O impeachment de Dilma Rousseff, como Presidente da República, não traria outra consequência senão a desorganização total do sistema de poder da democracia brasileira.
Em 31 de março de 1964, foi deposto o então presidente democraticamente eleito João Goulart (Jango) e teve início a série de eventos que culminaram no golpe militar de 1964, responsável por instaurar a ditadura militar e lançar o país em um estado de exceção por 21 anos, com suspensão de direitos civis, desaparecimentos de militantes políticos, torturas e mortes.
O jovem ator global Chay Suede, o protagonista da novela Novo Mundo, concedeu entrevista à Folha de S. Paulo para falar sovre o seu personagem. Quando questionado sobre suas posições políticas, o jovem não titubeou: "Eu acho que quem tende a olhar para o mundo com amor, a olhar para o próximo com igualdade, tende a ser de esquerda, né?".
Ex-ministro de FHC e ex-PSDB, Luiz Carlos Bresser-Pereira não passa um dia sem fustigar a política tucana. Não bastasse, criou com colegas da academia uma teoria econômica antineoliberal. Na entrevista a seguir, faz autocrítica do apoio ao ajuste fiscal de 2015, diz ter sido o único da sua classe social a votar em Dilma Rousseff, critica as elites e explica por que decidiu criticar a Operação Lava Jato.
O que os golpistas chamaram de “pedaladas fiscais” para justificar o impeachment da presidenta Dilma Rousseff foram cometidas por Michel Temer (PMDB) nesta terça-feira (20), ao editar duas leis que preveem um crédito suplementar de R$ 3,6 bilhões. Do total, R$ 1,7 bilhão serão destinados ao Ministério da Saúde para procedimentos de média e alta complexidade em diversos estados.
O presente artigo tem como tema o papel desempenhado pelos meios de comunicação, notadamente a imprensa, no processo que culminou com a destituição da presidente Dilma Rousseff do cargo, em agosto de 2016.
A base aliada de Michel Temer começa a dar sinais de que não vai segurar o seu governo por muito tempo. durante debate da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), disse que Temer deveria renunciar e chega a congitar eleições gerais.