Com o novo cenário do afastamento da presidenta Dilma por 180 dias, onde o golpe foi imposto e a jovem democracia e constituição estão sob ameaças, diversas manifestações estão marcadas para denunciar que o governo Temer é ilegítimo e pretende sangrar a classe trabalhadora com sua agenda neoliberal.
Em nota divulgada na última quinta-feira (12/05), após a confirmação do afastamento da presidenta Dilma, a Frente Brasil Popular critica a postura do parlamento brasileiro de condená-la sem crime de responsabilidade, considera que o voto popular foi “usurpado” e conclama o povo a permanecer mobilizado. “Estaremos todos unidos sob a palavra de ordem ‘Fora Temer’: somente haverá paz quando o governo for restituído a quem recebeu mandato constitucional consagrado pelas urnas”.
A Frente Brasil Popular, organização que reúne movimentos sociais, lideranças políticas e a sociedade civil organizada, lançou uma nota nesta quinta-feira (12) denunciando o momento crítico que o país vive com o golpe de estado, afirmando que a palavra de ordem que unificará o país contra o retrocesso será o "Fora Temer". A frente afirma que não aceitará um governo ilegítimo, que foi imposto de forma indireta e truculenta.
Roberto Amaral, uma das lideranças da Frente Brasil Popular, afirmou que o desfecho da votação no Senado sobre a admissibilidade do processo de impeachment “não é nem o ponto de partida ou de chegada do golpe”, mas a preparação de um processo que ameaça direitos e a democracia brasileira. Ele reforça, contudo, que o movimento popular já encontrou sua saída: “É resistir para impedir o retrocesso da direita e avançar na defesa dos interesses do povo trabalhador”.
Por Dayane Santos
A Frente Brasil Popular, entidade que reúne organizações dos movimentos sociais, lideranças políticas e a sociedade civil organizada, se posiciounou sobre a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, em anular o processo de impeachmant que ocorreu na Câmara, no último dia 17.
Reunida nesta sexta-feira (6), na capital paulista, o coletivo nacional da Frente Brasil Popular (FBP) aprofundou o debate sobre as prioridades de ação da Frente diante de um cenário de golpe declarado contra a democracia e contra os direitos dos trabalhadores. A nota destaca que "a resistência continuará crescendo" e acumulando forças em caso de um eventual governo Temer, "que não terá um dia de trégua".
Integrantes da Frente Brasil Popular (FBP) estão reunidos nesta sexta-feira (6), em São Paulo, para definir detalhes da paralisação do dia 10 de maio em todo o Brasil na defesa da democracia e dos direitos sociais e trabalhistas. A suspensão do mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB), nesta quinta-feira (5), é combustível para as mobilizações, que denunciam o impeachment fraudulento contra a presidenta Dilma Rousseff.
Por Railídia Carvalho
Nesta quinta-feira (5) várias cidades brasileiras vão realizar atos pelo Dia nacional de luta contra o golpismo midiático. As manifestações são convocadas e organizadas pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e Frente Brasil Popular. Confira os locais de mobilização pelo Brasil. Ajude a atualizar a agenda de mobilizações: Envie mensagem inbox informando sobre o evento em sua cidade pelo facebook do portal Vermelho.
Em todos os jornais e noticiários da grande mídia, uma grande campanha se estabeleceu no país para criar um clima de caos e promover um golpe em curso no país, que já possuí seus tentáculos no judiciário, Congresso Nacional e Senado.
A Frente Brasil Popular, organização que reúne lideranças políticas, entidades do movimento social e a sociedade civil organizada, emitiu a carta neste domingo (1º) intitulada “Aos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil”.
A Frente Brasil Popular, reunida nesta quarta-feira, dia 20 de abril, reafirma que não aceitará o golpe tramado por forças antidemocráticas, antipopulares e antinacionais que aspiram por retomar o governo federal à revelia das urnas, impondo um modelo econômico baseado na restrição dos direitos trabalhistas, dos programas sociais e da soberania nacional.
Em todo o Brasil, a onda do movimento pela democracia cresce diariamente. A partir desta quinta-feira (14) até o próximo domingo (17), diversas marchas, acampamentos, vigílias, debates, atividades culturais e políticas ocorrerão em todos os estados, demonstrando que grande parcela da população rechaça a tentativa de golpe de estado, que se faz presente com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.