O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano, pediu o apoio de Cuba para a erradicação da fome na América Latina e no Caribe. Segundo o diretor, o país "conseguiu promover a plena erradicação da carência alimentar entre a população mais pobre".
Cerca de 49 milhões de cidadãos na América Latina e o Caribe são vítimas da fome, apesar do crescimento de várias economias da região, segundo indica um estudo divulgado pela FAO.
A Comissão da União Africana (AUC), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Instituto Lula anunciaram que estão somando esforços para erradicar a fome e a desnutrição na África. A decisão foi tomada em uma reunião entre a presidenta da Comissão da União Africana, Nkosazana Dlamini Zuma, o diretor geral da FAO, José Graziano da Silva, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é presidente honorário do Instituto que leva seu nome.
O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva declarou nesta quarta-feira (21) que a África pode se beneficiar da experiência do Brasil em matéria de luta contra a fome e de projetos de soberania alimentar.
No mundo, há aproximadamente 870 milhões de pessoas que sofrem de subnutrição, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A média de de subnutridos representa 12,5% da população mundial. Mas os percentuais aumentam para 23,2% nos países em desenvolvimento e caem para 14,9% nas nações desenvolvidas.
A alta nos preços representa risco de uma nova crise alimentar mundial, segundo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em com outras entidades internacionais. A quebra de safra das principais regiões produtoras do mundo é apontada como a principal ameaça.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirmou que o Plano Patriótico do Bicentenário na Bolívia, para eliminar a extrema pobreza e garantir segurança alimentária com soberania, é um exemplo para outros países.
Por isso a segurança alimentar global depende da estabilização do preço do arroz, cereal mais consumido na região, garante a FAO
O diretor-geral do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, condenou nesta segunda (30) a crença no princípio de que quem não trabalha não come. Segundo ele, essa regra vem da antiguidade romana e não pode persistir no século 21. Ele fez a crítica pouco depois de receber o título de doutor honoris causa da Universidade Técnica de Lisboa (UTL). Graziano reiterou que é "perfeitamente possível" erradicar a fome do mundo.
Um Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo. Este foi o nome do show que Gilberto Gil escolheu para rodar o mundo no ano em que completou 70 anos. Sua mais recente apresentação foi no Parque da Música, em Roma, a convite da ONU.
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) anunciou nesta quarta-feira (4) uma aliança dirigida a melhorar a avaliação do impacto ambiental da indústria pecuária, com objetivo de garantir a sustentabilidade do setor.
Um convênio assinado nesta quinta-feira (21) entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a Organização para a Agricultura e a Alimentação das Nações Unidas (FAO) destinou R$ 3 milhões para promover um conjunto de ações que fortaleçam a agricultura familiar na América Latina e em países do Caribe.