O órgão antitruste da União Europeia abriu três investigações contra sete clubes de futebol da Espanha por conta de uma série de incentivos públicos que não estariam de acordo com as normas do bloco econômico.
A salva de palmas na sessão plenária desta sexta-feira do 4º Congresso do Partido da Esquerda Europeia (PEE), coligação que agrupa a maior parte dos partidos comunistas e seus sucessores, para Álvaro García Linera soou como agradecimento.
Por Daniel del Pino, de Madri para a Opera Mundi
De certa forma, afirma o jornal estadunidense The New York Times, nesta sexta-feira (1º/11), a “vigilância” da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) à chanceler alemã, Angela Merkel, é uma história altamente técnica da espionagem da era digital. Ainda assim, o mundo rechaça com veemência a prática ultrajante, ao ponto de o secretário de Estado John Kerry ter chegado a admitir, na quinta-feira (31/10), que seu país foi “longe demais”.
Foi realizado recentemente em Bruxelas o 4º Diálogo Econômico e Comercial de Alto Nível China-Europa. O jornal chinês Diário do Povo publicou um artigo nesta terça-feira (29) dizendo que os dois lados prometeram durante o evento que vão persistir na reforma de mercado, usar prudentemente as medidas de resgate comercial, controlar os atritos comerciais e intensificar a coordenação multilateral na Organização Mundial do Comércio (OMC).
Uma delegação parlamentar europeia que visita os Estados Unidos afirmou, nesta segunda-feira (28), que o programa de espionagem norte-americano criou uma fratura nas “décadas de confiança mútua” entre a Europa e o país. Autoridades estadunidenses, por outro lado, seguem justificando o programa por “motivos securitários”; a Casa Branca classifica a medida de “legal”, e o republicano Mike Rogers, presidente do Comitê de Inteligência da Câmara, chegou a dizer que os europeus “devem agradecer”.
Há alguns dias, o mundo acompanha, com atenção, o drama de duas meninas. Uma chama-se Leonarda. A outra, Maria. Leonarda, de 15 anos, foi tirada à força de dentro de um ônibus, em uma excursão escolar, e expulsa da França, junto com sua família. Maria, de 4, foi encontrada, há alguns dias, em uma cidade no interior da Grécia, e retirada do casal com que estava por suspeita de rapto.
Por Mauro Santayana*
Nikos Michaloliakos, o líder do partido grego Aurora Dourada, aguarda julgamento atrás das grades. Se provados elos diretos do deputado extremista com a morte do músico Pavlos Fyssas a 18 de setembro em Atenas, o sombrio matemático de 56 anos e mais uma caterva de colegas passarão anos atrás das grades.
Por Gianni Carta*, na Carta Capital
Em 2010, o investimento chinês na União Europeia (UE) ultrapassou o investimento europeu na China, uma tendência que tem se repetido nos últimos três anos devido à crise econômica global e à crise da dívida europeia. Os dados foram divulgados durante um fórum sobre a parceria e cooperação sino-europeia, realizada nesta quinta-feira (10), em Xangai.
A menina paquistanesa Malala Yousafzai, de 16 anos, que no ano passado foi atingida a tiro na cabeça quando regressava a casa da escola, ganhou nesta quinta-feira (10) o prêmio Sakharov 2013 de Liberdade de Expressão.
Com mais de 300 mortos ou desaparecidos de um barco de migrantes africanos que virou próximo à ilha italiana de Lampedusa, na semana passada, a tragédia da migração irregular e arriscada, que tem resultado em diversas mortes, volta ao noticiário. Mas essas tragédias são inevitáveis enquanto não houver mudanças nos fatores fundamentais dessa situação, afirma um artigo do portal All Africa, deste domingo (6).
Como repercute o fato de uma multinacional produtora de cigarros processar dois Estados soberanos porque a obrigam a escrever nas caixas que o fumo faz mal à saúde? Ou que uma petroleira processe uma república porque um tribunal da mesma condenou-a a limpar todo o tóxico que despejou na Amazônia durante anos? Aconteceu. Que processa são a Philips Morris e a Chevron; os processados, Uruguai e Equador.
Por Xavier Caño Tamayo*, no Centro de Colaborações Solidárias (Espanha)
Poucas pessoas no mundo atrevem-se a negar o horror do Holocausto, mas as crises econômicas ou o afã por demonizar o comunismo parecem levar a uma perigosa amnésia na Europa, que se mostra capaz de tolerar o neofascismo e a revisão do ocorrido na Segunda Guerra Mundial.