A esquerda bem informada
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Tag: Escravidão

Uma arte plural, diversa e militante

Histórias Afro-Atlânticas é o tema que compõe duas importantes exposições que acontecem em São Paulo, no MASP e no Instituto Tomie Ohtake; a discussão é sobre a comemoração dos 130 anos da abolição da escravidão

A luta Luiz Gama contra a escravidão e a monarquia

Em 17 de janeiro, Luiz Gama foi condecorado com o título de Patrono da Abolição da Escravidão no Brasil. A iniciativa surgiu pelo projeto de lei do deputado federal Orlando Silva (PCdoB). No mesmo dia, ele também entrou para o Livro dos Heróis da Pátria, sob projeto do mesmo deputado. Isso nos faz lembrar da história desta grande figura.

Por: Felipe Araujo*

Terreiro de Umbanda é tema de pesquisa de estudantes de psicologia

O Terreiro de Umbanda Vó Benedita do Congo (Campinas/SP) foi tema de pesquisa cientifica de Karina Ferreira de Alkmim, Priscila Fernanda do Valle e Renata Rocha Santos Monteiro, alunas do curso de Psicologia, da UNINOVE /SP. A partir de uma investigação científica sobre o funcionamento de práticas religiosas, as estudantes abordaram o tema do casamento coletivo e, principalmente, do casamento homoafetivo e como a homossexualidade é tratada pela Umbanda.

O desfile da Tuiuti, a história e aquilo que a Globo não conta

Todo mundo já sabe o escândalo do golpe pelas mãos, pés, plumas, samba e alegorias da Tuiuti.

Por Conceição Oliveira*, do blog Maria Frô

No século XIX, foliões faziam campanha pela libertação dos escravos

Em tempos de folia, vale dar um mergulho na história e visitar os anos pré-abolicionistas do século XIX. Era época dos primeiros blocos e cordões carnavalescos, com motivos africanos e críticas à situação do Império, que insistia em manter o regime escravista. Aparecem clubes carnavalescos organizados por africanos, negros e mestiços, tais como Embaixada Africana, Pândegos da África, Chegada da África, entre outros.

por Fernando Paulino*

Usar humilhação escravista é um acinte do Estado paralelo e despótico

"Verdadeiramente eu vivo num tempo sombrio”, disse Bertold Brecht quando crescia o nazismo na Alemanha. Angustiado, indagava “que tempo é este em que uma conversa sobre árvores chega a ser uma falta, pois implica em silenciar sobre tantos crimes?”. E, inquieto, perquiria aos insensíveis: por que a “frieza baixou” sobre tanta gente?

Por Haroldo Lima*

Chauvin: O que diz Machado de Assis sobre a escravidão brasileira?

Por vezes dissimulado e provocativo, Machado de Assis foi um dos autores que melhor tratou de questões sensíveis à sociedade brasileira, como, por exemplo, o racismo. Ironia e sarcasmo estão presentes na obra do escritor ao explorar aspectos psicológicos e subjetivos de personagens escravizados. 

Otan, o passado que está por trás da escravidão na Líbia 

Na última semana, veio a público notícias sobre o escândalo da venda de escravos “em pleno século 21”, com referências à crise migratória e humanitária, a “calamidade pública” existente na Líbia; tudo, porém, sem alusões ao que motiva essa crise, que provém da destruição do país norte-africano pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Peça conta a história da vida e morte do escravo Elesbão

Com direção de Roberto Boni, o espetáculo “Elesbão: um sonho de liberdade” será apresentado neste final de semana, no Museu da Cidade (Campinas/SP). A entrada é franca.

Concentração em São Paulo/SP começa às 9h30 na Praça da Sé

CTB, CUT, CSB, UGT, Força Sindical e Nova Central convocam ato na capital paulista na sexta (10), o Dia Nacional de Mobilização. A atividade começa às 9h30 com uma concentração na Praça da Sé. Às 10h30, manifestantes saem em caminhada até a Avenida Paulista.

Rosemberg Cariry: Admirável mundo velho 

Não é sem desmedida ironia que hoje quero dar os meus parabéns ao empresariado, pastores neopentecostais e políticos conservadores brasileiros, pela sua competência e dedicação. Conseguiram o impossível. Afinal não podemos considerar de pouca monta o fato de, aliados com interesses internacionais inconfessáveis, terem colocado no poder um governo ilegítimo, num golpe contra a vontade popular.

Brasil ainda tem a autoconcepção de que não é violento, diz Schwarcz

Nos anos 1980, quando a antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz começou a pesquisar questões raciais no Brasil, teve que começar por convencer os colegas de que tinha um problema de pesquisa. “Na época, essa era quase uma falsa questão. Como eu sou um pouco triste, como Lima Barreto, eu persisti no tema”, diz ela.

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