Em reunião que ocorreu neste domingo (30) com 40 dirigentes de ensino, um braço direito do secretário de educação do governo Alckmin, Herman Voorwald anuncia que o decreto da “reorganização” sairá na próxima terça-feira e lança estratégia para “isolar” e “desmoralizar” as escolas em luta, com o apoio da Polícia Militar.
Em reunião que ocorreu neste domingo (30) com 40 dirigentes de ensino, um braço direito do secretário de educação do governo Alckmin, Herman Voorwald anuncia que o decreto da “reorganização” sairá na próxima terça-feira e lança estratégia para “isolar” e “desmoralizar” as escolas em luta, com o apoio da Polícia Militar.
A Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo se opôs, em documento público, a proposta de reorganização escolar do governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Para a instituição, a iniciativa tucana é “irresponsável”, e teria objetivos econômicos, pois incentiva a privatização da educação.
Diante da onda de protestos de alunos, pais e professores, o governo de São Paulo, comandado por Geraldo Alckmin (PSDB), gastará R$ 9 milhões com campanha publicitária para divulgar o projeto de reorganização escolar. O plano do tucano é fechar mais de 90 escolas em todo o estado. O valor será empregado até o final do período de veiculações previstas para a televisão.
Um ato contra o fechamento de escolas no estado de São Paulo, em protesto contra a reorganização proposta pelo governo e em apoio às ocupações de escolas por estudantes, ocupou as ruas da capital paulista na tarde de hoje.
Seguindo na contramão à decisão tomada na segunda-feira (23) por cinco desembargadores do Tribunal de Justiça da capital paulista, que se posicionaram contrários a reintegração de posse solicitada pelo governo Alckmin, o juiz José Eduardo Marcondes Machado, da Vara da Fazenda Pública da Comarca, determinou nesta sexta-feira (27) o prazo de 24 horas para a desocupação das 17 escolas que estão sendo ocupadas no município de Sorocaba.
Texto escrito por estudantes de São Paulo que participaram de um oficina promovida pelo Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé. O objetivo foi apontar os motivos das ocupações das escolas estaduais e denunciar a omissão e manipulação da informação feita pela grande mídia. “Essa omissão nos leva a crer que a mídia está querendo favorecer um lado – que não é o nosso.” Segue abaixo:
Em entrevista à Rádio CBN nesta quarta-feira (25), o secretário da Educação do governo Alckmin, Herman Voorwald, afirmou que não irá dialogar com os estudantes que estão ocupados há duas semanas em seus colégios e resistem contra o plano de reorganização escolar, que pretende fechar 92 escolas no estado, mantendo a praxe dos governos tucanos da inexistente falta de democracia e diálogo.
Por Laís Gouveia
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quinta-feira (26) sobre o impacto causado pelas demissões de professores e funcionários da rede pública estadual, decorrente do fechamento de mais de 90 escolas no estado de São Paulo. A audiência está marcada para as 10 horas.
O movimento dos estudantes contra a reorganização do ensino imposta pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) já contabiliza 83 escolas ocupadas. E o número só faz crescer, por conta da intransigência da gestão. A iniciativa da juventude que resiste ao desmonte educacional tucano tem recebido apoio de dentro e de fora do estado. O governo pretende separar os estudantes por ciclos e fechar 93 escolas, ao que vai interferir na rotina de pelo menos 311 mil alunos.
Desde que o governo paulista anunciou o fechamento de 94 escolas da rede pública, em setembro, num processo forçado de “reformulação” do ensino, estudantes se mobilizam contra a medida e, recentemente, começaram a ocupar colégios em protesto. As estudantes Camila Lanes, presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), e Angela Meyer, presidenta da União Paulista de Estudantes Secundaristas (Upes) foram detidas pela polícia sob alegação de invasão do patrimônio público.
O movimento de resistência ao plano de fechamento de mais de 90 escolas pelo governo Geraldo Alckmin em São Paulo acabou em detenção na manhã desta quarta-feira (18). O fato ocorreu na escola Estadual Professor Moacyr Campos (Mocam), localizada na região da zona leste, na capital paulista.