Estudantes de Goiás ocuparam nesta quarta-feira (16) ao menos sete escolas da rede pública de ensino do estado. Eles são contra reformas anunciadas pelo governo estadual, que pretende transferir a administração das instituições de ensino estaduais para organizações sociais. Pelo menos 19 escolas estão ocupadas na capital, Goiânia, e no interior, segundo a organização do movimento.
Ao todo, 94 escolas seguem ocupadas por estudantes em todo o estado, 50 delas na capital paulista, segundo o último levantamento do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgado nesta segunda-feira (14). Nesta terça-feira (15) , o comando das escolas ocupadas realizará uma assembleia na qual será decidido o rumo do movimento.
Um mês depois do início do movimento de ocupação das escolas da rede pública do estado de São Paulo, os estudantes secundaristas continuam nas ruas. Nesta quarta-feira (9), os alunos fazem nova manifestação, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), agora voltada à defesa de educação de qualidade e de maior participação da comunidade na gestão escolar. O ato também é contra o autoritarismo do estado e os cortes do governo na educação.
No final de novembro, alunos do Liceo Statale Virgilio, em Roma, inspiraram-se nas ocupações brasileiras para dar visibilidade às suas reivindicações – entre elas, a remoção de câmeras de segurança do ambiente escolar, a liberdade de entrar na sala mesmo após o início da aula, a participação dos alunos em decisões que os afetem enquanto estudantes e a melhoria na infraestrutura da escola.
Após um mês de ocupações em mais de 200 colégios, contra o plano de reorganização escolar do governo do estado, que pretendia fechar 93 escolas, os estudantes obtiveram uma conquista. Alckmin recuou e declarou na última sexta-feira (4), que não fecharia as escolas em 2016 e que buscaria o diálogo como saída. Outra ação considerada positiva pelos movimentos sociais foi a queda do secretário da Educação Herman Voorwald, que se negava a estabelecer contato com a comunidade escolar.
Após a declaração do governador Geraldo Alckmin nesta sexta-feira (4), de adiar o plano de reorganização escolar, os estudantes secundaristas comemoraram um passo avançado, mas afirmam que toda cautela é pouca. Em declaração ao Portal Vermelho, a presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Camila Lanes, indica quais serão os próximos passos do movimento contra o fechamento das escolas.
Após a declaração do governador Geraldo Alckmin nesta sexta-feira (4), de adiar o plano de reorganização escolar, os estudantes secundaristas comemoraram um passo avançado, mas afirmam que toda cautela é pouca. Em declaração ao Portal Vermelho, a presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Camila Lanes, indica quais serão os próximos passos do movimento contra o fechamento das escolas.
Após a declaração do governador Geraldo Alckmin nesta sexta-feira (4), de adiar o plano de reorganização escolar, os estudantes secundaristas comemoraram um passo avançado, mas afirmam que toda cautela é pouca. Em declaração ao Portal Vermelho, a presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Camila Lanes, indica quais serão os próximos passos do movimento contra o fechamento das escolas.
O governo Alckmin sofre sua primeira derrota da gestão. Em coletiva de imprensa que ocorreu na tarde desta sexta-feira (4), o governador tucano disse que irá adiar a implementação da reorganização escolar, mas não falou em cancelamento do plano. Alckmin afirmou que pretende travar o diálogo, o que não correu quando o plano foi noticiado pelo secretário e educação, Herman Voorwald, no mês de outubro e pegou pais, professores e estudantes de surpresa.
Após pesquisas divulgarem queda em sua popularidade, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), decidiu suspender todo o projeto de reorganização da rede de ensino estadual. Alckmin convocou entrevista coletiva às 13 horas no Palácio dos Bandeirantes, para anunciar oficialmente a decisão.
Em uma nota emitida nesta quinta-feira (3) na página do Facebook do Gaviões da Fiel, maior torcida organizada do time de futebol Corinthians, os torcedores apoiam a luta dos estudantes que ocupam mais de 200 escolas, contra o plano privatista do governo Alckmin em fechar 92 colégios da rede estadual de ensino.
O nível de truculência da Polícia Militar de São Paulo a cada dia se supera mais. Manifestações que ocorreram na manhã desta quinta-feira (3) foram dispersadas com o uso da violência. No ato contra o fechamento das escolas que ocorria na Avenida São João, região central da capital paulista, policiais atearam fogo na moto de um trabalhador.