O parlamento sueco aprovou nesta quinta-feira (17) uma iniciativa governamental que determina a construção de novos reatores nucleares, de acordo com informações divulgadas no site do parlamento do país escandinavo.
O governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (16) a imposição de uma série de sanções extras ao Irã. As autoridades norte-americanas insistem que a manutenção do programa nuclear iraniano é uma ameaça à comunidade internacional.
Ao participar nesta segunda-feira (14) da 99ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Genebra, na Suíça, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reiterou a necessidade de buscar o fim dos conflitos por meio do diálogo. O chanceler fez a afirmação cinco dias depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovar sanções ao Irã sem considerar o acordo nuclear negociado com Brasil e Turquia.
Embora o Conselho de Segurança da ONU, que alguns acreditam ser uma das organizações mais democráticas do mundo, tenha votado a favor de uma quarta rodada de sanções contra o Irã por causa de seu programa nuclear, a opinião pública global está ciente do fato de que, das 15 nações que fazem parte dele, cinco têm um inquestionável monopólio e domínio da situação, o que realmente não representa os interesses da comunidade internacional.
Por Kourosh Ziabari, para o Global Research
Ao ver uma foto no site do New York Times da votação de novas sanções ao Irã no Conselho de Segurança da ONU, me bateu uma estranheza. A foto mostrava quatro embaixadores no momento do voto. O da Turquia, de mãos abaixadas, contrário as sanções, e os dos Estados Unidos, Reino Unido e Uganda levantando a mão em favor da medida. A posição dos EUA e do Reino Unido era conhecida, mas por que razões Uganda votava favoravelmente às sanções?
Por Brizola Neto
A decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas de impor pela quarta vez desde 2006 um pacote de sanções ao Irã, acusado de pretender construir a bomba atômica, pelos Estados Unidos e os países que se perfilaram em favor da resolução, é um sinal nada edificante dos tempos que vivemos. A posição do Brasil se agigantou.
Por José Reinaldo Carvalho*
O presidente Mahmud Ahmadinejad disse nesta quarta-feira (9) durante visita ao Tadjiquistão, que as resoluções aprovadas contra o país pelo Conselho de Segurança da Onu "não têm valor… É como um lenço usado que deveria ser jogado na lata de lixo".
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki, disse nesta quarta-feira (9) que as potências ocidentais serão as únicas a sentir a pressão das novas sanções impostas contra Teerã.
Pouco antes do início da sessão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que decidirá sobre a adoção de novas sanções contra o Irã, três das cinco potências nucleares com direito a veto, deram uma indicação clara de qual será seu voto. Estados Unidos, França e Rússia entregaram ao diretor geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, a resposta oficial com seu parecer sobre o Acordo de Teerã, celebrado no mês de maio entre Brasil, Turquia e Irã.
A comunidade internacional deve deixar Teerã ir adiante com seu programa nuclear para uso civil. O recente acordo tripartite sobre a troca de material nuclear entre Irã, Turquia e Brasil mostra que países influentes que não as grandes potências ocidentais começaram a contribuir para a resolução de questões sensíveis internacionais.
Por Zhai Dequan, para o China Daily
Ao comentar sobre a conclusão do 3º Fórum Mundial da Aliança de Civilizações na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (31) que o encontro funcionou como uma espécie de resposta aos países que pretendem dividir o mundo. Lula voltou a defender a cultura da paz e o diálogo entre países.
As potências nucleares se recusam a negociar uma futura convenção para proibição definitiva das armas atômicas; países não-detentores de armamentos nucleares reagem, bloqueando outras medidas de controle.