Um plano de três etapas para eliminar o uso de lâmpadas incandescentes energeticamente ineficientes e reduzir subsequentemente as emissões foi divulgado pelo governo chinês na quarta-feira (17).
O horário de verão começa no próximo domingo (21), quando os relógios devem ser adiantados em uma hora -, e termina no dia 17 de fevereiro. Com a medida, o País irá economizar cerca de R$ 3 bilhões em gastos para a construção de novas usinas térmicas a gás, que seriam necessárias para garantir a segurança do suprimento de energia no horário de pico, se não houvesse a medida.
As empresas do setor elétrico que não renovarem suas concessões públicas poderão participar da licitação que irá definir os novos concessionários. O entendimento é do ministro da AGU, Luís Inácio Lucena Adams, que participou nesta quarta-feira (16) de seminário realizado em São Paulo discutir o tema. De acordo com a Medida Provisória (MP) nº 579, de 11 de setembro de 2012, as atuais concessionárias tinham até a terça-feira (15) para manifestar interesse em renovar os contratos por até 30 anos.
O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP), vai presidir a comissão especial mista que analisará a medida provisória (MP) que refaz os cálculos das tarifas de energia elétrica e reduz o valor da conta de luz a partir de 2013. A comissão foi instalada na manhã desta quarta-feira (17) no Senado. A medida gerou reações positivas de consumidores e empresários, mas a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), controlada pelo PSDB, já anunciou ser contrária à redução da tarifa elétrica.
Em coletiva à imprensa, nesta quinta-feira (4), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que, apesar de o sistema de energia do país ser confiável, não existe garantia de que não vai haver novamente falta de energia, como aconteceu nesta quarta-feira (3) em diversos estados.
Um apagão atingiu cerca de 80% do Distrito Federal nesta quinta-feira. Vários prédios públicos, como o Supremo Tribunal Federal (STF), Palácio do Planalto, Congresso Nacional e ministérios funcionavam com gerador. Os sinais de trânsito apagados também causaram engarrafamentos pelas ruas de Brasília e de cidades vizinhas. O metrô também parou de funcionar por conta do apagão.
Entre as 431 emendas apresentadas por deputados e senadores à Medida Provisória (MP) que reduz as tarifas de energia elétrica no Brasil, três delas se destacam por se configurar como uma investida explícita do PSDB contra a proposta que beneficia consumidores de energia em todo o País. Na contramão da proposta apresentada pela presidenta Dilma Rousseff, o PSDB está sugerindo modificações que vão prejudicar os consumidores originalmente beneficiados.
Na noite desta quarta-feira (3), uma pane em um transformador de Furnas, em Foz do Iguaçu, no Paraná, provocou a interrupção no fornecimento de energia agora à noite em algumas regiões do país. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a pane gerou perda de carga na Usina de Itaipu, que enviou imediatamente um pedido de alívio para as distribuidoras de energia.
Depois de cinco quedas consecutivas, o consumo de energia elétrica na indústria aumentou de 1,3% de julho para agosto, de acordo com a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada nesta sexta-feira (28) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
A medida provisória que vai resultar em uma redução de mais de 16% nas contas de luz a partir de 2013 tem gerado um intenso debate no Congresso em relação a um outro ponto do texto: a renovação das concessões do setor elétrico que estão vencendo nos próximos anos. Este ponto é o alvo da maior parte das 431 emendas apresentadas pelos parlamentares à MP.
Durante seu programa semanal Café com a Presidenta, Dilma Rousseff reafirmou, nesta segunda-feira (17), o avanço, do que nomeou ser uma medida histórica, a decisão de reduzir o preço da energia elétrica em até 28% a partir de 2013. Segundo ela, a medida elimina o risco de racionamento, cria condições para o aumento nos investimentos e amplia as redes de transmissão e distribuição.
Tive a oportunidade de acompanhar em Brasília, na última terça-feira, 11, o anúncio da redução do preço da energia para empresas e residências, feito pela presidente Dilma Roussef. O governo estima para 2013 uma diminuição média de 20,2% nas tarifas, sendo de 16,2% para os consumidores de baixa tensão, que compreende comércio e residências, e de 19,7% a 28% para alta tensão (indústrias).
Por Wagner Gomes, presidente da CTB*