Aécio Neves diz que o PT está fazendo uma campanha de baixo nível, ao mesmo tempo em que desrespeita a presidenta ao chamá-la de “mentirosa” e “leviana” em todos os debates entre os dois presidenciáveis. Ao que parece, Aécio quer jogar para o PT todas as ações caluniosas que sua própria campanha vem promovendo.Por decisão de Tribunal Superior Eleitoral, a campanha tucana terá que suspender quatro inserçõessobre a Petrobras que vinha divulgando contra Dilma na TV e no rádio.
O debate eleitoral é dominado por temas relacionados à economia política doméstica e com uma agenda ditada pela direita e fortemente influenciada por um falso moralismo. Mas existe uma dimensão pouco comentada e visível do pleito presidencial que tem grande relevância para os destinos do Brasil, da América Latina e do mundo, embora não seja um tema presente nos debates promovidos pela grande mídia ou mesmo nas propagandas eleitorais.
Por Umberto Martins*, especial para o Vermelho
“Este é um governo que não fala fino com os EUA nem grosso com a Bolívia”, (Chico Buarque de Holanda)
A política externa implementada nos governos Lula e Dilma tem como uma de suas marcas o papel protagonista do Brasil nas relações internacionais. Essa marca tem sido reconhecida por eminentes estudiosos da atual conjuntura.
Por Maria Clotilde Lemos Petta*, para o Vermelho
No programa eleitoral veiculado neste sábado (18), a presidenta Dilma falou que a garra do povo brasileiro e as oportunidades oferecidas pelo Governo Federal foram decisivos para a virada na trajetória do Brasil. “Isso mudou por completo a nossa pirâmide social. Hoje 59% da população está na Classe Média e a pobreza caiu pela metade, de 53% para 26%. A face mais visível deste fenômeno é a Nova Classe Média: são quase 120 milhões de brasileiros com uma grande força empreendedora”, destacou Dilma.
“Minha primeira palavra é de agradecimento a vocês por duas coisas: primeiro por terem votado no Pimentel e depois por terem votado na Dilma, fazendo dela a mais votada em Minas Gerais”, disse o ex-presidente Lula aos eleitores presentes no ato em apoio à reeleição de Dilma Rousseff, na manhã deste sábado (17), na praça Duque de Caxias, no bairro de Santa Tereza, região Leste de Belo Horizonte (MG).
Um final de semana de mobilizações de Norte a Sul do Brasil marca a reta final do segundo turno das eleições presidenciais. A partir deste sábado (18), os bandeiraços, adesivaços, panfletagem e carreatas se somam às ações de corpo a corpo nas ruas e residências e reuniões pela definição do voto à presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, no próximo dia 26.
Pela primeira vez na história do país, uma mulher ocupa o mais alto cargo da República, eleita com mais de 55 milhões de votos. Simbolicamente, as mulheres, que ainda sofrem com o desrespeito, o machismo e salários mais baixos que os homens, tiveram uma grande vitória com a eleição de Dilma.
Livres do controle do governo de Aécio Neves e seus aliados pela primeira vez em 12 anos, os jornalistas de Minas Gerais vieram a público manifestar à sociedade brasileira sua preocupação com a repetição, em âmbito nacional, da "manipulação de informações" e "práticas antidemocráticas" que viveu por anos a imprensa naquele estado.
Os senadores do PCdoB Vanessa Grazziotin (AM) e Inácio Arruda (CE) estiveram em São Luís nesta sexta-feira (17) para participar de atividade em apoio à reeleição de Dilma Rousseff. Durante a visita ao Maranhão, eles falaram sobre a posição do partido em relação à continuidade dos avanços sociais nos últimos 12 anos, sobre a vitória de Flávio Dino e a importância da eleição de Dilma para o estado.
A campanha de reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República toma impulso no segundo turno no Distrito Federal. Os partidos que a apoiam decidiram reverter o quadro do primeiro turno. As atividades realizadas até agora demonstram que é possível avançar muito com a campanha na capital.
A Via Campesina, organização camponesa que congrega 15 entidades, dentre elas o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), manifestou, em carta aberta, o apoio político para a reeleição de Dilma Rousseff, candidata à Presidência da República.
Imagine uma família composta por um homem, uma mulher e três crianças. Nesta família o marido acorda cedo e sua esposa já está de pé preparando o café da manhã, ele se alimenta para mais um cansativo dia de trabalho. A mulher prepara as crianças para a escola e cuida dos afazeres domésticos enquanto espera a volta do “chefe” da família. Esta cena poderia fazer parte de uma narrativa do século passado, mas é visão contemporânea do presidenciável Aécio Neves.
Por Mariana Serafini, do Vermelho