A chanceler alemã, Angela Merkel, colheu uma vitória amarga nas eleições legislativas realizadas no último domingo, 24. A coligação que encabeçou (CDU e CSU) obteve apenas 32,9% dos votos, recuando 8,6% em relação ao pleito anterior. Ela terá dificuldades para compor um novo gabinete, uma vez que os sociais-democratas do SPD (com outro resultado magro, de 20,5%) decidiram abandonar o barco do governo, que já está fazendo água, e engrossar as fileiras da oposição
Por Umberto Martins*
Análise mostra qual o perfil de quem votou no Alternativa para a Alemanha, partido de extrema direita com convicções racistas e xenófobas que atingiu 12% de popularidade no domingo (24). Além disso, investiga os significados e o motivo do resultado, denunciando um esvaziamento de propostas por parte da política exercida pelos grandes partidos alemães
Fundado em 2013, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) que é anti-imigração e anti-islamista parece estar se tornando o primeiro partido de extrema direita que tem a possibilidade de ocupar assentos no parlamento alemão (Bundestag), desde a Segunda Guerra Mundial
Acontece neste domingo (27) o segundo turno das eleições para o governo do estado do Amazonas. O pleito foi definido após a cassação do ex-governador José Melo e do vice, Henrique Oliveira, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O motivo foi compra de votos nas eleições de 2014. Nesta sexta-feira (25) o candidato da coligação “União pelo Amazonas”, Eduardo Braga (PMDB), foi entrevistado pela rede Amazônica. O candidato Amazonino Mendes (PDT) não compareceu ao debate.
A eleição alemã ocorre no dia 24 de setembro. Tudo indica que Angela Merkel está em direção ao seu quarto mandato. Todavia, algo que pode mudar na mais forte nação europeia: a coalização que o CDU (partido de Merkel) fizer.
Candidatos sempre aparecem; programas de governo é que são elas. A direita alucinada se angustia em busca de alguém capaz de derrotar Lula ou, se a sobrevivência exigir, macular a legislação eleitoral, alterando regras e suprimindo direitos.
Por Wanderley Guilherme dos Santos*, em seu blog
As legendas alemãs redescobriram o valor de tocar a campainha para ganhar votos nas legislativas de setembro. Medida parece antiquada, mas também tem um aspecto moderno.
“O maior problema desse xadrez da política nacional é que o Estado de Direito não mais faz parte das regras do jogo, muito menos o respeito à vontade popular, desde que foi consumado o Golpe, em 2016, contra a Democracia, travestido de impeachment, derrubando uma presidenta legitimamente eleita e eticamente honesta”.
Por *Sousa Júnior
Michel Temer, o usurpador da presidência da República foi salvo pela votação na Câmara dos Deputados que, nesta quarta-feira (2) rejeitou por 263 votos a 227 a denúncia por crimes de corrupção passiva apresentada contra ele pela Procuradoria Geral da República.
Por José Carlos Ruy*, no Blog do Sorrentino
Eleição visa a conquistar os dalits para ampliar base eleitoral do premiê Narendra Modi; cargo de chefe de Estado é meramente representativo, e pleito deve ter pouco impacto para membros da marginalizada casta
As Organizações Globo têm um histórico extenso de intervenções, pela direita, na política brasileira.
Por José Carlos Ruy*
O Ibope Inteligência divulgou pesquisa de opinião pública sobre o clima para as eleições gerais de 2018. O trabalho tem como objetivo medir o grau de influência (muita, pouca, nenhuma) de alguns canais de comunicação e informação na decisão de escolha do candidato de preferência à Presidência da República nas eleições.