A Chancelaria egípcia criticou a recusa do Conselho de Segurança da ONU de votar um projeto de resolução para obrigar Israel a se retirar dos territórios palestinos ocupados em dois anos.
O presidente russo, Vladimir Putin, visitará o Egito no final de janeiro, anunciou seu anfitrião, Abdel Fattah ao Sisi.
Todos os membros do que foi descrito pelo porta-voz do Ministério do Interior egípcio como uma célula terrorista foram mortos em uma operação no governo de Sharquiya, ao norte.
A chancelaria egípcia anunciou nesta quinta-feira (25) a suspensão de um encontro anunciado entre o presidente Abdel Fattah Al Sisi e seu colega turco, Recep Tayyip Erdogan, que na quarta (24) o qualificou de "golpista" na ONU.
Egito enfrentou durante o ano passado ameaças reais de um grupo que usa o terrorismo em nome da religião, disse nesta quarta-feira (24) o presidente do país, Abdel Fattah El Sisi, na Assembleia Geral da ONU.
Delegações dos palestinos de Gaza e de Israel reiniciarão neste mês as conversas indiretas no Cairo, capital egípcia, conforme as declarações de um representante do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
O governo do Egito confirmou, nesta quarta-feira (10), que a capital do país vai sediar, no dia 12 de outubro, a conferência de doadores mundiais para a reconstrução da Faixa de Gaza.
Em coletiva de imprensa na manhã deste sábado (23), no Cairo, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse que continuará apostando nas negociações mediadas pelo Egito.
O Ministério da Aviação Civil do Egito anunciou, nesta quinta-feira (21), que suspendeu todos os voos que saem da capital egípcia, Cairo, com destino a Tel Aviv, em Israel.
Em uma clara demonstração de quem está disposto ao diálogo e de quem quer encontrar desculpas para atacar de forma indiscriminada, a delegação palestina segue participando de sessões de negociação no Cairo, na capital do Egito, apostando no diálogo, mesmo Israel tendo rompido a trégua e se retirado das negociações.
Um novo cessar-fogo na Faixa de Gaza terá duração de cinco dias a partir desta quinta-feira (14), afirmam autoridades egípcias, responsáveis pela intermediação das negociações de paz entre israelenses e palestinos. O novo período surge, em detrimento dos três dias que haviam sido inicialmente anunciados.
A Human Rights Watch (Observatório dos Direitos Humanos) acusou o governo egípcio de praticar crimes contra a humanidade por conta da morte de um grande número de aliados do ex-presidente do país, Mohammad Mursi, durante um protesto ocorrido no ano passado.