Presidente brasileiro deve ir ao Egito e à Etiópia, dois dos novos membros dos Brics
Com ingresso da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Irã e Etiópia, bloco passa a representar quase metade da população mundial, contribuindo com 36% do PIB global
Partiu do Rio de Janeiro o voo para trazer mais brasileiros de Gaza. O avião leva 150 purificadores de água movidos a luz solar. Já foram 11 voos e 1525 repatriados
Ao todo, 34 pessoas aguardam para retornar ao Brasil; passagem está fechada desde a sexta-feira (10)
Comboio prestes a entrar em Gaza não é suficiente para cobrir as urgências humanitárias na Faixa de Gaza. Comunidade internacional soa o alerta para um genocídio em curso
Governo pode mandar assessor especial da Presidência, Celso Amorim, já que Lula não tem autorização médica e chanceler preside Conselho de Segurança na ONU
Voo leva purificadores de água e kits para atender emergência em Gaza. Depois, o VC-2 decola para o Cairo onde aguarda o sinal verde do governo egípcio para repatriar brasileiros
Os 28 brasileiros em Gaza aguardam desde o sábado (14) autorização do governo egípcio para chegar à cidade de Rafah
O BRICS se beneficia da ampliação de sua influência com Arábia, Argentina, Egito, Emirados Etiópia e Irã. Mas, quem ganha na loteria são os países que entram.
Doses foram produzidas no Egito por meio de uma parceria entre a Holding do Egito para Produtos Biológicos e Vacinas (VACSERA) e a empresa biofarmacêutica chinesa Sinovac.
A vitória trabalhista nas eleições parlamentares da Noruega possibilitará a formação de uma ampla aliança de esquerda para assumir o governo do país nórdico. Esse é um dos destaques da análise internacional de Ana Prestes junto com as eleições primárias da Argentina, a morte do líder guerrilheiro peruano Abimael Guzmán, o avanço das negociações entre o Irã e a Agência Internacional de Energia Atômica, o encontro entre os presidentes Putin, da Rússia, e Assad, da Síria e o pronunciamento de Michele Bachelet, presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre os ataques de garimpeiros brasileiros contra povos Yanomami e Munduruku.
A interminável guerra na Líbia, desencadeada há quase uma década pela agressão imperialista de 2011 e continuada ao longo de anos por diversas ingerências estrangeiras, pode agravar-se ainda mais com a intervenção militar do Egito. Por Carlos Lopes Pereira