O movimento de economia solidária e de tecnologia social deve deixar de ser o abrigo ético dos despossuídos e tornar-se a base de uma nova política produtiva.
A Lei 15.184/2025 corrige uma exclusão histórica e garante que cooperativas possam financiar inovação, agregar valor e fortalecer a agricultura familiar e a economia solidária.
Com base na força popular e nas tradições nordestinas, a Bahia transforma a Economia Solidária em política pública eficaz e exemplo para todo o Brasil
Os impactos das plataformas digitais no mundo do trabalho são profundos. Entre eles, supressão total de direitos e da proteção social, bem como a transferência dos riscos e custos das operações para os trabalhadores.
O encontro, que será em São Paulo na quarta dia 14/9, vai discutir políticas públicas para incentivar economia solidária, desenvolvimento, emprego, renda e produção.
Economia solidária pode ser o verdadeiro salto de governos municipais progressistas para o enfrentamento da herança neoliberal da pós-pandemia.
A recente Proposta de Emenda Constitucional 69, apresentada pelo Senador Jaques Wagner em 08 de maio de 2019, propõe acrescentar um novo inciso ao art. 170 da Constituição Federal que trata dos princípios estruturantes da ordem econômica brasileira. Este inciso introduzirá nestes princípios a “Economia Solidária”.
Por Dayvid Santos e Daniel Nagao Menezes e Éden Valadares*
Em reunião realizada na manhã da última sexta-feira (05/05), o Conselho de Economia Solidária da Bahia empossou a secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana, como nova presidente do órgão. Durante o encontro, novos representantes de segmentos da economia solidária também passaram a integrar o conselho.
Vai até o dia 27 de março o prazo de inscrições para a primeira edição do Prêmio BNDES de Boas Práticas em Economia Solidária, lançado em dezembro do ano passado. As inscrições foram abertas em janeiro e o prêmio vai distribuir até R$ 2,3 milhões a 96 iniciativas de sucesso em todos os estados, sejam formalizadas ou em processo de formalização.
Cerca de 70 empresas que faliram nas últimas décadas no Brasil foram assumidas pelos trabalhadores e tornaram-se cooperativas. O mesmo fenômeno tem aumentado em todo o mundo, especialmente desde a crise econômica de 2008. Um seminário sobre o setor foi realizado este mês em São Bernardo do Campo (SP) para discutir os gargalos como a problemática de obtenção de crédito. Porém, um assunto chama a atenção: a sucessão no comando dessas empresas.
A economia das comunidades ribeirinhas na várzea amazônica dialoga com dinâmicas de produção, consumo e a sazonalidade do nível dos rios. Os núcleos familiares, que são unidades de produção e consumo, constroem aquelas dinâmicas a partir de suas escolhas estratégicas, analisando os riscos e as necessidades para manter o grupo, principalmente em atividades de pesca e de agricultura. Para compreender melhor estes processos, o Instituto Mamirauá desenvolve pesquisa sobre o tema.