Importantes pensadores contemporâneos, como Manuel Castells, afirmaram que a ação contestatória das mulheres quanto à ordem no mundo – o processo de elaboração do conhecimento, a hierarquia de saberes, a organização econômica, o valor do trabalho e a falsa dicotomia entre público e privado – constitui o aspecto marcante das últimas décadas, com reflexos no atual milênio.
Por Dilma Rousseff*, na CartaCapital
A secretária nacional de mulheres do PCdoB Liége Rocha afirmou que para seu partido o protagonismo das mulheres é fator preponderante para as transformações que o Brasil necessita. Neste sentido, as comunistas defenderão, neste 8 de março, a democracia, a Constituição e os diretos das mulheres postos em risco pelas reformas trabalhista e previdenciária. Para Liége, a verdadeira democracia só será conquistada quando for superada a sub-representanção das mulheres nos espaços de poder.
As mulheres do Congresso Nacional vão parar nesta quarta-feira, oito de março, por nenhum direito a menos. As servidoras se unem às mulheres de 43 países para denunciar a violência e a desigualdade de gênero no mundo, e contra a Reforma da Previdência. No Brasil, haverá manifestações em 21 capitais e outras 40 cidades.
Para explicar a importância da igualdade entre gêneros para os homens, a socióloga Eva Blay diz que sempre conta uma historinha. “Eu fazia a conta. Você [homem] ganha R$ 20. A tua mulher ganha R$ 10. Quanto entrou na sua casa? R$ 30. Então ficou faltando quanto? Quem ficou com esses R$ 10 [que estão faltando]? Quando você joga essa pergunta: ‘quem ficou com os R$ 10?’ – e não foi nem você, nem sua mulher nem sua casa – era fantástico”, disse, em entrevista à Agência Brasil.
Durante toda a quarta-feira, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, uma extensa programação de atividades acontece na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), bem como na cidade de Florianópolis e em todo o país.
O núcleo da União Brasileira de Mulheres – UBM, de Jaraguá do Sul participa das atividades do Dia Internacional da Mulher – 8M com uma extensa programação na cidade. No dia 8 de março acontecem exibição de videos e curtas com a temática feminina, um seminário sobre gênero e o ato político "Greve Internacional de Mulher 8M Brasil"
A senadora Vanessa Grazziotin dedicou a sua coluna desta terça-feira (7), no jornal Folha de S. Paulo, para falar sobre o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, e a atual conjuntura política do país. A parlamentar destaca que a data é resultado da luta contra o preconceito e desmistifica o conceito de feminismo.
Nesta semana, teremos uma das datas simbólicas mais importantes do ano: o Dia Internacional da Mulher, dia 8 de março. Data de histórias de lutas, “sem perder a ternura jamais”, como Che Guevara dizia.
Por Flávio Dino*
Na semana do Dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, mulheres de mais de 30 países estão unidas e organizadas para uma Greve Internacional de Mulheres – o 8M.
Para comemorar o Dia Internacional da Mulher a Bancada Feminina da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) vai realizar no dia 7 de março, o seminário “Os Direitos das Mulheres – na Perspectiva dos Novos Tempos”. O evento acontece no Auditório Antonieta de Barros e visa debater e fortalecer a organização dos movimentos, além de garantir e ampliar direitos.
Uma criança recebe a tarefa escolar de abordar o significado do Dia da Mulher. Acompanhando a tarefa da filha de oito anos, Ana Prestes percebeu a falta de material sobre o assunto destinado ao público infantil e que o tema é sempre tratado de forma muito politizada e aterrorizada (a fábrica incendiada com as operárias dentro). Daí surgiu o livro Mirela e o Dia Internacional da Mulher, com ilustrações de Vanja Freitas, que será lançado neste sábado (19), em Brasília.
Conheci Ana quando estive em sua casa, na época em Contagem, para entrevistar sua avó, a guerreira Maria Prestes, viúva do famoso Luis Carlos Prestes. Mas fomos nos conhecer melhor ano passado, quando estive em Brasília, onde ela vive hoje com as duas filhas.
Por Cinthya Oliveira,