Neste 8 de Março milhares de mulheres tomam as ruas do Brasil por igualdade de gênero, contra a violência e mais participação nos espaços de poder e decisão. No vídeo produzido pelo canal Oito de Março de Belo Horizonte no Youtube, elas expressam o que pensam e o que querem na data que marca o Dia Internacional da Mulher.
A 67ª Caravana da Anistia homenageou mulheres vítimas da ditadura no último 8 de Março em sessão realizada no Ministério da Justiça, em Brasília. Foram julgados sete processos de mulheres que sofreram perseguição e tortura nos anos de chumbo. Em um ato inédito também foram entregues pedidos de anistia política das camponesas de Minas Gerais Cipriana da Cruz Rodrigues, Maria Aparecida Rodrigues e Miranda e Júlio Rodrigues de Miranda (pos mortem).
"Pra mudar a sociedade do jeito que a gente quer/ Participando sem medo de ser mulher”. Com o refrão desta música de Zé Pinto, muito conhecida nos movimentos sociais e pastorais populares, as mulheres do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) receberam a presidenta Dilma no seu 1º Encontro Nacional em fevereiro no Parque da Cidade em Brasília, com o lema: "Na sociedade que a gente quer, basta de violência contra a mulher”.
Por Selvino Heck*
A presidenta Dilma Rousseff anunciou na última sexta-feira (8) a desoneração da cesta básica. Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV por ocasião do Dia Internacional da Mulher, Dilma afirmou que todos os produtos da cesta básica estarão livres do pagamento de impostos federais. A presidenta disse esperar que a medida estimule a agricultura, a indústria e o comércio e gere mais empregos.
Uma vitória para a esquerda brasileira. Foi com esse pensamento que mulheres de organizações, coletivos, partidos políticos, sindicatos e centrais sindicais marcharam, unificadas, no ato do Dia Internacional da Mulher, no Centro de São Paulo. Não foi a primeira vez que as diversas correntes da esquerda se reuniram em torno do tema. Mas, foi a primeira vez que houve uma unidade efetiva em torno das principais bandeiras do movimento de mulheres e que são comuns.
Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, centenas de pessoas, em sua maioria mulheres, fizeram uma passeata da Candelária à Cinelândia, no centro do Rio, para reivindicar os direitos da mulher e lutar contra o machismo.
Séculos de luta pela emancipação feminina devem ser relembrados nesta semana comemorativa ao Dia Internacional da Mulher. Muitas nos antecederam nessa caminhada, mostrando que temos de cada vez mais ocupar lugares estratégicos na sociedade.
Por Manuela D' Ávila
Mulheres, homens, jovens, crianças e idosos. Todos unidos por um único motivo: a defesa dos direitos das mulheres. Nesta sexta-feira (08/03), data em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, centenas de pessoas caminharam pelas ruas do centro de Salvador com o objetivo de chamar a atenção e conscientizar a população sobre a situação feminina na sociedade brasileira.
Ao lembrar o Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta sexta-feira (8), a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, lamentou que a data, muitas vezes, fique reduzida à distribuição de flores e presentes.
A Assembleia Popular Nacional da China (APN), o órgão legislativo máximo do país, tem enfatizado, nos últimos cinco anos, a preocupação com a melhoria dos direitos das mulheres.
Neste 8 de março, data em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, o Fórum Nacional Permanente do PCdoB sobre Emancipação das Mulheres traz à luta a bandeira Mulheres no poder, é o que afirma a secretária Nacional da Mulher do partido, Liège Rocha. Para ela, esse mote consegue reunir várias bandeiras de luta do sexo feminino
A pedagoga Olívia Santana, atual subsecretária da Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado (SETRE-BA), aproveitou o Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta sexta-feira, 8 de março, para denunciar a situação de vulnerabilidade da mulher contemporânea. No artigo “Até que a morte nos separe?!”, Olívia defende que pouca coisa mudou na enraizada cultura machista do país e pede “força e efetividade” nas políticas públicas destinadas às mulheres. Confira.