Desde 2005 a cota de tela para o cinema brasileiro era de 2 a 11 filmes por ano. Já em 2011, um decreto de 30 de dezembro, do presidente Lula, aumentou a cota para 3 a 14 filmes. É a maior cota já conquistada pelos filmes nacionais. Um cinema com vinte salas, por exemplo, deve exibir até 11 filmes nacionais diferentes por pelo menos 64 dias. A cota de tela é um instrumento utilizado por diversos países para aumentar a competitividade da indústria cinematográfica.
O 3 de Janeiro surge, depois da troca de comando da oitava economia do mundo, como a largada para os novos tempos
Não tem para ninguém – o grande filme estrangeiro do ano foi Vincere, do italiano Marco Bellocchio. No âmbito nacional, não se pode falar de 2010 sem citar o capitão Nascimento. Aliás, o tenente-coronel Roberto Nascimento, de Tropa de Elite 2, que já levou 11 milhões de brasileiros ao cinema. Bateu o antes imbatível recorde de Dona Flor e seus Dois Maridos com seus 10,7 milhões de espectadores conseguidos em 1976.
Por Luiz Zanin, em seu blog
Ao discursar durante cerimônia de anúncio de investimentos da Fiat em Pernambuco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Nordeste não pode ficar para trás a vida inteira. Segundo Lula, o governo tem que ser o indutor do modelo de desenvolvimento mais justo entre as regiões do país.
Nesta que foi sua 13º passagem pelo Ceará em viagens oficiais, o Presidente Lula participou da cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a construção do trecho da Transnordestina que vai de Missão Velha até ao Porto do Pecém, na Região Metropolitana de Fortaleza. A cerimônia aconteceu nesta segunda-feira (13/12), em Missão Velha, na região do Cariri cearense.
O crescimento da economia não conseguiu reduzir as desigualdades regionais do Brasil em 13 anos e as regiões Norte e Nordeste ainda estão bem atrás do restante do país na comparação de índices sociais e econômicos. Comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta terça (14) mostra poucos avanços na redução das disparidades entre 1995 e 2008.
Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, juntos, são responsáveis por 44,4% das riquezas produzidas no país, segundo pesquisa divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nesta terça-feira (14). O levantamento do instituto considera a geração de riquezas de 2008.
A crise econômica mundial, o desempenho positivo dos países emergentes – Brasil, Rússia, Índia e China -, e a retomada do crescimento nacional aliado a políticas sociais com a ascensão do Governo Lula foram os principais motivadores para a organização do livro Desenvolvimento: Idéias para um projeto Nacional, lançado nesta quinta-feira (09/12), na livraria LDM, em Salvador. A obra reúne artigos de 21 autores, sob a organização dos economistas Renildo Souza e Aloísio Barroso.
O censo 2010 mostrou que a região norte é a que mais cresce demograficamente. A deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), representante da região, disse, em discurso no Plenário da Câmara esta semana, que “o censo 2010 do IBGE revelou uma fotografia do Brasil que deve ser o pano de fundo das políticas públicas em nosso país, equilibrando o nosso desenvolvimento”, cobrando mais investimentos na região.
Os números do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esta semana confirmaram Salvador como a terceira cidade mais populosa do país. Com 2.562.963 habitantes, a capital baiana fica atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro em moradores. Apesar disso, o município tem ainda sérios problemas estruturais e sociais já superados por outras capitais, além de enfrentar uma crise de confiança no Executivo Municipal, envolvido em várias denúncias de corrupção.
As centrais sindicais demonstraram união na defesa da agenda do trabalhador. Os líderes sindicais estiveram reunidos na oficina sobre Trabalhadores e Macroeconomia, na manhã desta quinta-feira (25), na 1ª Conferência do Desenvolvimento, promovida pelo Ipea em Brasília. Eles esperam que o governo de Dilma Rousseff decida pela valorização do trabalho contra a remuneração do capital na execução do projeto nacional de desenvolvimento.
“O Brasil não mais aceita ser liderado. Pretende contribuir para o novo projeto de desenvolvimento mundial, multipolar e compatível com a repartição justa da riqueza e a sustentação do planeta para as novas gerações”, disse o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, na abertura da 1a Conferência de Desenvolvimento, nesta quarta-feira (24), em Brasília.