Em meio a um clima de previsões apocalípticas, o governo de Cristina Kirchner tem dois desafios reais: controlar o dólar e evitar uma disparada da inflação. O primeiro desafio parece sob controle, enquanto o segundo é mais incerto. Uma coisa está garantida daqui até as eleições de outubro: as previsões de desastres, disparadas por usinas midiáticas opositoras, vão continuar.
Por Marcelo Justo, na Carta Maior
O capital especulativo se volta concentradamente sobre as economias do Sul do mundo, como resultado das politicas norte-americanas de manobra protecionista a favor da sua moeda. A América Latina é um alvo prioritário dessas operações e a Venezuela e a Argentina, em particular.
Por Emir Sader*, na Carta Maior
Pelo menos nove membros das equipes de emergências de Buenos Aires morreram e outros sete ficaram gravemente feridos, nesta quarta-feira (5), quando tentavam apagar um incêndio em um armazém situado em um bairro no sul da capital. Os mortos são sete bombeiros e dois integrantes da Defesa Civil.
A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner pediu, nesta quarta-feira (5) que os empresários “reinvistam no país”, ao invés de enviarem divisas para o exterior, afirmou que o país “nunca teve a construção de uma burguesia com consciência nacional" e advertiu que não vai "permitir que continuem saqueando o bolso dos argentinos”. As declarações foram proferidas na Casa Rosada, sede do governo, em um momento em que seu governo sofre forte pressão no mercado de câmbio.
"Nós não estamos reunidos em qualquer lugar, estamos reunidos em Havana", assim começou o discurso da presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, durante a 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). "Se alguém nos tivesse dito que toda a região, absolutamente toda a região estaria aqui reunida em Havana, independentemente de suas diferenças, certamente teriam no chamado de utópicos", disse.
O líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro, manteve neste domingo (26) um encontro em Havana com a presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, que chegou a Cuba para participar da reunião de mandatários da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac).
Após 34 dias de ausência pública, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, reapareceu no cenário político para lançar um plano de inclusão social destinado a jovens que não trabalham nem estudam. Com o projeto, o governo argentino dará cobertura mensal de 600 pesos (R$ 205) a 1,5 milhão de jovens desempregados entre 18 e 24 anos, como forma de incentivo para que voltem a estudar. "São os filhos do neoliberalismo e precisam do Estado", disse a presidente, na Casa Rosada.
O chefe do Gabinete de Ministros da Argentina, Jorge Capitanich, que está há pouco mais de um mês no cargo, lançou na última quinta-feira (2) uma série de 204 objetivos e 272 metas a serem atingidos em 2014.
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner afirmou nesta quinta-feira (26) que não será candidata a nenhum cargo político em 2015, ano em que termina seu segundo mandato presidencial. Em entrevista à agência estatal de notícias Télam, Cristina disse que não disputará qualquer cargo eletivo: “Não há nenhuma possibilidade de ‘Cristina 2015’ para qualquer cargo”.
2013 foi um ano intenso para Argentina, que realizou há pouco eleições legislativas, ampliou sua agenda política exterior e festejou o 30º aniversário da retomada da democracia que se viu afetada por protestos policiais.
Por Martin Hacthoun*, na Prensa Latina
As eleições na América Latina em 2013 apontam para a continuidade das forças de esquerda. Desde a primeira delas, com a reeleição de Rafael Correa nas presidenciais do Equador, até a última, com o retorno de Michelle Bachelet ao poder no Chile, a configuração política latino-americana segue a tendência dos governos progressistas. O Vermelho fez uma retrospectiva dos principais acontecimentos eleitorais do ano na América Latina:
Por Théa Rodrigues e Vanessa Silva, da redação do Vermelho
Com as energias renovadas e após 40 dias afastada do trabalho por conta de uma operação, a presidenta argentina, Cristina Kirchner, juramentou os novos ministros e pronunciou-se publicamente diante de uma multidão que cercou a Casa Rosada (sede do governo) nesta quarta-feira (20), Dia da Soberania Nacional.