“Fui tomar um chopp com um amigo no restaurante Vasto. Em dado momento, se dirigiu à mesa o coronel Blanco (Marcelo), acompanhado de uma pessoa que se apresentou como Dominguetti”, disse o ex-diretor do Ministério da Saúde
O ex-diretor do Ministério da Saúde Roberto Dias depõe nesta quarta-feira (7) na CPI da Covid. Ele foi exonerado do cargo em junho, depois da denúncia de que teria pedido propina para autorizar a compra da vacina AstraZeneca pelo governo Bolsonaro.
Roberto Dias foi exonerado do cargo em junho, depois da denúncia de que teria pedido propina para autorizar a compra da vacina AstraZeneca pelo governo Bolsonaro
A fiscal de contrato do Ministério da Saúde Regina Célia foi citada pelo servidor Luis Ricardo Miranda como responsável pela autorização da importação da vacina, mesmo após apontadas as irregularidades
Há mais de 120 pedidos de impeachment na Câmara dos Deputados. O último a dar entrada levou a alcunha de “superpedido” porque lista 23 crimes e foi assinado por muitas e amplas representações
Lideranças sociais avaliam que denúncias de corrupção em meio ao desemprego, ao genocídio, à inflação e ao autoritarismo ligaram o sinal de alerta em diferentes espectros políticos da sociedade.
Autoritarismo, corrupção e omissão na gestão da pandemia unem esquerda e direita em atos contra Bolsonaro pelo país. Saiba também quem foram os famosos que foram ‘as ruas.
Ministra Rosa Weber nega pedido da PGR para suspender notícia-crime contra Bolsonaro até fim da CPI
A CPI da Pandemia avançou hoje na constatação de que foi montado no Ministério da Saúde um vasto esquema de corrupção nos processos de aquisição, com recursos do SUS, de vacinas e insumos usados no combate à Covid-19.
“As próximas semanas da CPI serão de aprofundamento das investigações e apuração das responsabilidades sobre este e outros fatos que agravaram os efeitos da pandemia e potencializaram o número de casos e mortes pela Covid”
Pedidos foram feitos pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e os requerimentos foram aprovados em meio a acusações de irregularidades na compra das vacinas Covaxin e AstraZeneca.
Os irmãos Miranda entregaram a Bolsonaro documentos que apontam irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. Apesar de prometer levar o caso à Polícia Federal, o presidente não tomou essa iniciativa, sendo acusado de prevaricar