Aos 89 anos Agnès Varda finalmente foi indicada ao Oscar com seu mais recente documentário, Visages, Villages. Ela é pessoa mais velha a ser indicada ao prêmio e a primeira mulher nesta categoria. Considerada uma das mais relevantes cineastas da Nouvele Vague, ela disse estar feliz com a indicação, mas não orgulhosa.
Escrevo este artigo pelo caminho inverso do que o título sugere. Vamos primeiramente ao Sudeste Asiático, visitar o Museu dos Vestígios da Guerra, em Ho Chi Minh City, no Vietnã. Depois entro em um breve debate sobre o jornalismo praticado nos Estados Unidos em função da publicação do que ficou conhecido como os “Pentagon Papers” (ou os “Papéis do Pentágono”).
Pedro Oliveira
O que um filme de 1989, que retrata uma história que se passa no século XIX, tem em comum com a recente condenação do ex-presidente Lula- e como a luta dos operários, seja no Brasil ou na Dinamarca, se parece
Por Kjeld Jakobsen
A primeira vontade de filmar o Pela Janela surgiu em uma viagem que fiz à Argentina, logo após o lançamento do meu curta Joyce. Era 2006, e eu, recém formada, decidi fazer uma viagem pelo país. Viajar sempre foi um dos meus maiores prazeres, e sempre gostei muito de viajar solo.
Por Caroline Leone*
O cinema, entre muitas outras coisas, é uma arte do encontro. A prova definitiva disso, se é que faltava uma, é o adorável documentário Visages villages, de Agnès Varda e JR, em cartaz nos Brasil desde quinta-feira (25). Não só pela parceria improvável de seus realizadores e protagonistas – uma cineasta de quase 90 anos e um fotógrafo e muralista de 34 –, mas também por seu tema e seu método de construção.
Por José Geraldo Couto*
Aos 89 anos e com uma carreira de mais de seis décadas, a cineasta Agnès Varda vai concorrer ao Oscar pela primeira vez. Visages, Villages, dirigido em parceria com JR, foi indicado na categoria de melhor documentário na 90ª edição do prêmio, que anunciou seus concorrentes nesta terça-feira (23). O filme estreia no Brasil nesta quinta-feira (25).
Sergei Eisenstein foi o cineasta da Revolução de 1917. Para além do registro histórico, da criação da memória artística, o diretor mudou a forma de fazer cinema. Sua obra se tornou uma referência para as produções que vieram depois e seus filmes servem, até hoje, para mostrar um recorte histórico da Rússia. Trazemos aqui um trecho de um artigo do próprio diretor, intitulado “Sirva-se”, de 1935, onde ele levanta o debate sobre “diversão e entretenimento”.
A cineasta argentina volta à direção 10 anos depois com "Zama", ambientada na América colonial
Ano passado, a Academia surpreendeu ao entregar o prêmio máximo do Oscar a um filme independente, de um autor praticamente desconhecido e protagonizado por afro-americanos com uma temática gay.
O primeiro longa de Caroline Leone chega num tom intimista para falar de escolhas na vida.
Por Vandré Fernandes*
A chegada aos cinemas do premiado O destino de uma nação, com a história de Winston Churchill à frente do governo britânico na Segunda Grande Guerra (com Gary Goldman no papel do dirigente britânico), mostra um desempenho que precisa ser aferido com informações históricas. E elas não são lisongeiras, quando se trata de Churchill.
Por Richard Seymou*
Ao contrapor as fantasias de seus personagens a existências medíocres, filme lembra Eugene O’Neill ou Tennessee Williams. E o faz com ação enxuta, diálogos precisos, ambientes bem marcados e iluminação “irreal”.
Por José Geraldo Couto*