Queda do IPCA em 12 meses indica desaceleração dos preços e reflete políticas do governo que buscam contar a alta do custo de vida, especialmente no orçamento das famílias mais pobres
Principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%) e Recife (1,98%). São Paulo foi a capital onde a cesta apresentou o maior custo (R$ 852,87)
Levantamento do Dieese e da Conab aponta deflação generalizada nos itens de primeira necessidade em todo o território nacional
Nota técnica do Dieese aponta que política de valorização do salário mínimo amplia consumo, reduz desigualdades e fortalece a economia, com impacto direto sobre emprego e proteção social
Reduções em arroz, tomate, leite, açúcar e café marcaram novembro e resultaram em cestas mais acessíveis em praticamente todas as regiões, com destaque para capitais do Norte e Nordeste
Com inflação persistente, tarifas explosivas e salários corroídos, 72% dos trabalhadores argentinos já não conseguem comprar a cesta básica. Estudo expõe contradições centrais do modelo Milei e seus efeitos devastadores no cotidiano
Por outro lado, as maiores variações foram constatadas em São Luís (3,11%), Palmas (2,59%), Florianópolis (1,66%), segundo pesquisa do Dieese
Com a queda, brasileiros gastam menos horas trabalhando para obter os alimentos essenciais. Principais reduções foram no valor do tomate, da batata e do arroz, segundo o Dieese
Segundo o Dieese, produtos que mais tiveram redução foram tomate, arroz, feijão, batata, café e carne. Tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta também diminuiu.
Medida já está em vigor e reforça a segurança alimentar do país, com produtos que pertencem à cesta básica. Iniciativa visa baratear 11 grupos de produtos nos mercados
Pacote inclui isenção de impostos para importação, reforço de estoques da Conab e estímulo à produção de alimentos da cesta básica
Alta nos preços dos alimentos reflete seca, exportações e juros elevados; economista Wellington Duarte aponta desafios e possíveis soluções