Barbados, Trinidad e Tobago, Sri Lanka, Síria e Angola se somaram nesta segunda-feira (1º) ao insistente pedido apresentado ante a Assembleia Geral das Nações Unidas pelo fim do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba.
O governo de Cuba comemora os discursos feitos na semana passada durante a 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). Os discursos foram iniciados pela presidenta brasileira Dilma Rousseff e seguidos por vários líderes latino-americanos, como Cristina Kirchner (Argentina) e Evo Morales (Bolívia), cobrando o fim do bloqueio econômico, financeiro e comercial ao país, imposto pelos Estados Unidos. O bloqueio completou em 2012 meio século de vigência.
A 4ª jornada de debates da Assembleia Geral das Nações Unidas augura nesta sexta-feira (28) uma nova série de condenações do mais alto nível contra o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba. O último pronunciamento escutado no plenário para repudiar esse bloqueio à ilha caribenha foi feitoà na última quinta-feira (27) pelo chanceler do Peru, Rafael Roncagliolo Orbegoso, no fechamento da corrente de quase 40 discursos na quinta-feira.
Cuba acusou, nesta quinta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de aplicar com maior rigor o bloqueio econômico à ilha. Segundo o governo cubano, a medida custou, até agora, a perda de mais de um trilhão de dólares.
Empresários brasileiros procuraram a Comissão de Relações Exteriores da Câmara, preocupados com um projeto de lei em discussão no Congresso americano. O projeto pune as empresas que tenham simultaneamente negócios com os Estados Unidos e Cuba. A deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), presidente da comissão, está se articulando com diversas lideranças a fim de conseguir evitar a aprovação do projeto nos EUA. Ela participa do Palavra Aberta, com retransmissão pela Rádio Câmara.
Partidos políticos centroamericanos manifestaram, na Guatemala, aqui sua rejeição ao bloqueio econômico, financeiro e comercial imposto há mais de meio século pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba.
Por Camila Carduz
A inclusão de Cuba pela vigésima vez consecutiva na lista dos patrocinadores do terrorismo, que é elaborada unilateralmente pelos Estados Unidos, busca justificar a política hostil da Casa Branca contra Havana.
Os chefes de Estado da União Africana (UA) aprovaram, por unanimidade, uma resolução de condenação ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto por sucessivas administrações norte-americanas contra Cuba.
Um pequeno navio cargueiro entrou na sexta-feira dia 13 de julho na baía de Havana procedente de Miami, algo que não ocorria havia 50 anos. Esta foi a primeira viagem de uma carreira que agora se deverá repetir todas as semanas.
Por Antonio Manuel Teixeira, no blog Solidários
O governo dos Estados Unidos reafirmou nesta quarta-feira (11) sua política de bloqueio contra Cuba ao impor uma multa para uma companhia deste país por realizar transações comerciais com a ilha caribenha.
Numa breve abordagem vamos tentar contribuir para a compreensão dos primórdios do bloqueio dos EUA a Cuba. E, demonstrar quanta falsidade e hipocrisia há na campanha que tenta convencer o mundo de que as razões do bloqueio radicam no que os EUA chamam de violações de direitos humanos, ausência de democracia, e a existência de uma Revolução Socialista a 145 quilômetros de seu território que atenta contra a segurança nacional do país.
Por Fernando Mousinho*
Um colunista da Flórida, EUA, fez um chamado, nesta terça-feira (29) aos cubano-americanos para manifestarem sua posição sobre o novo projeto legislativo que restringiria as viagens entre Estados Unidos e Cuba.