A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, confirmou nesta segunda-feira (27) sua decisão de continuar avançando no processo de transformação da Argentina e pediu a seus compatriotas que defendam o Estado e colaborem ativamente em seu fortalecimento.
O acidente de trem no centro de Buenos Aires, Argentina, que matou 50 pessoas e deixou mais de 700 feridas na quarta-feira (22), chamou a atenção das entidades sociais organizadas daquele país.
O acidente de trem no centro de Buenos Aires, que matou 50 pessoas e deixou mais de 700 feridas na quarta-feira (22), reabriu o debate sobre o resultado ruim das privatizações do sistema ferroviário, feitas na década de 1990 pelo então presidente Carlos Menem.
O ex-repressor argentino Claudio Vallejos, que atuou na repressão a presos políticos na ESMA (Escola de Mecânica da Armada), foi preso em Santa Catarina, dia 4 de janeiro, acusado de estelionato, segundo informou à agência italiana Ansa um funcionário da prisão para onde ele foi levado.
Apenas 24 horas após o acidente de trem, em Buenos Aires, na manhã de quarta-feira (22), que deixou 50 mortos e 703 feridos, outra formação da linha Sarmiento, operada pela empresa TBA S.A., apresentou problemas nos freios.
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, lamentou o acidente de trem que provocou a morte de 50 pessoas e deixou outras 676 feridas em Buenos Aires – 200 em estado grave.
O trem que descarrilou nesta quarta-feira (22) ao entrar em uma estação em Buenos Aires estava em velocidade normal, mas não conseguiu parar. A informação, obtida por meio do sistema de GPS instalado na composição, foi confirmada pelo governo argentino, que investiga as causas do acidente. Até o momento, pelo menos 49 pessoas morreram e outros 600 passageiros ficaram feridos.
Entrevistas como a do ex-ditador argentino Jorge Videla à revista espanhola Cambio 16 expressam momentos de sinceridade em que se reproduzem, de forma precisa, a lógica que levou aos regimes de terror que imperaram no cone sul latino-americano há poucas décadas.
Por Emir Sader, em seu blog
Na Argentina, o nível de atividade econômica cresceu em média 8,8% em 2011 em comparação a 2010, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). O incremento foi gerado pelo consumo, pelo comércio internacional e pela indústria, de acordo com as autoridades argentinas
Brasil e Argentina irão criar uma empresa estatal para administrar as futuras hidrelétricas de Garabi e de Panambi, que serão construídas na fronteira entre os dois países. O modelo a ser adotado é o mesmo da usina de Itaipu feita em parceria com o Paraguai.
O governo argentino aceitou oficialmente a oferta de mediação da ONU para "coordenar uma solução pacífica" ao conflito entre Argentina e Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas, informou nesta terça-feira a Chancelaria do país.
A experiência acumulada por profissionais da saúde mental no acompanhamento de vítimas do terrorismo de Estado na Argentina é de tal importância que já começou a transcender as fronteiras.
Por Marcela Valente*