Durante audiência pública realizada pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul), nesta terça-feira (19), membros do Congresso Nacional da Argentina que participaram do debate junto com parlamentares brasileiros defenderam o fortalecimento do Mercosul para solucionar os impasses comerciais entre os dois países.
As duas maiores economias do Mercosul – Brasil e Argentina – enfrentam dificuldades nas relações comerciais. A Argentina está impondo barreiras no setor automobilístico e da linha branca (geladeiras, micro-ondas, fogões), pois a livre entrada dos produtos brasileiros está dificultando o crescimento destes setores na Argentina. As dificuldades atuais no comércio entre os dois países está sendo discutidos pelos parlamentares est asemana.
Na Argentina, após intensa mobilização popular contra decisão do governador da região do Chaco, Jorge Capitanich, foi suspensa a instalação de uma base militar do Comando Sul dos Estados Unidos.
Por Mário Augusto Jakobskind*, no Direto da Redação
A edição desta terça-feira (12) do jornal argentino La Nación não circulou pela primeira vez em 142 anos de existência devido a uma greve dos trabalhadores da gráfica da publicação, que pediram aumento real de salários e a readmissão de 30 funcionários demitidos recentemente.
A reivindicação para guardar dólares aparece como a causa principal que levou grupos de classe média e alta a realizar manifestações na Argentina. Os especialistas consultados pelo jornal Página/12 afirmam que estes grupos não suportam ver o avanço para uma sociedade mais igual.
As barreiras comerciais impostas pelo governo de Cristina Kirchner para proteger a indústria argentina, que provocaram fortes críticas de autoridades e empresários brasileiros, começam a gerar um novo rumo na relação comercial entre os vizinhos. Se até agora a resposta brasileira tem sido retaliar pontualmente produtos argentinos, que esperam semanas por autorização de ingresso na fronteira, negociações recentes indicam maior disposição em equilibrar o comércio com o país.
A menina argentina Camila Herbón, de três anos, que serviu de inspiração para a aprovação da “Lei de Morte Digna” aprovada em 9 de maio deste ano pelo Senado do país sul-americano morreu nesta quinta-feira (07) após o respirador que a mantinha com vida ter sido desligado, informou a imprensa local.
Os 17 novos diretores da empresa petrolífera YPF, nacionalizada pelo governo argentino há um mês e meio, tomam posse nesta terça-feira (5). Os nomes foram decididos nessa segunda-feira (4), na primeira assembleia geral realizada desde a expropriação de 51% das ações da companhia, que antes era controlada pela espanhola Repsol.
A Argentina declarou oficialmente nesta segunda-feira (4) que considera "ilegítimas e clandestinas" as operações de exploração realizadas por cinco petroleiras britânicas em torno das Ilhas Malvinas, ocupadas por Londres desde 1833 e cuja soberania é reivindicada pelo país sul-americano.
As autoridades da Argentina anunciaram o pagamento de recompensas, que variam de 100 mil dólares a 300 mil dólares, por informações que ajudem a capturar 33 pessoas acusadas de violações de direitos humanos durante a ditadura militar no país (1976–1983).
A Justiça argentina decretou nesta quinta (31) a prisão preventiva de sete ex-militares e policiais acusados de sequestrar, torturar e desaparecer com os corpos de seis militantes do Partido Comunista durante a ditadura (1976-1983).
O prazo final foi dado: dezembro. Ou, para quem aprecia precisão e detalhe, dia 7 de dezembro de 2012, uma quarta. É quando o todo-poderoso grupo Clarín, que além do jornal de maior circulação da Argentina (e um dos maiores da América do Sul) detém, na prática, um império de comunicações no país, terá de se enquadrar na nova legislação – ou seja, começar a se desfazer de vários canais de televisão aberta e a cabo, além de um bom punhado de emissoras de rádio.
Por Eric Nepomuceno, em Carta Maior