A maioria dos alemães considera o ex-técnico da inteligência estadunidense, Edward Snowden, como um herói, e não como criminoso, segundo uma pesquisa do canal público de televisão da Alemanha, ARD, divulgada nesta sexta-feira (8). As denúncias sobre o programa de espionagem da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês) feita por Snowden continua repercutindo mundialmente.
O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha convocou o embaixador britânico para debater as informações publicadas da imprensa de que na embaixada do Reino Unido em Berlim alegadamente funciona um centro que intercepta comunicações eletrônicas.
Nesta sexta-feira (1º/11), entraram em vigor as alterações à lei sobre o estado civil, permitindo que bebês sejam registrados sem ser claramente identificados como meninos ou meninas.
De certa forma, afirma o jornal estadunidense The New York Times, nesta sexta-feira (1º/11), a “vigilância” da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) à chanceler alemã, Angela Merkel, é uma história altamente técnica da espionagem da era digital. Ainda assim, o mundo rechaça com veemência a prática ultrajante, ao ponto de o secretário de Estado John Kerry ter chegado a admitir, na quinta-feira (31/10), que seu país foi “longe demais”.
O desemprego alemão cresceu a nível mais elevado desde junho de 2011 a partir de uma base ajustada em outubro, indicaram nesta quarta-feira (30) as estatísticas do Escritório do Trabalho deste país.
O ministro das Finanças do governo alemão, Wolfgang Schäuble, escreveu um artigo no El País significativamente intitulado "Nós não queremos uma Europa alemã", no qual enfatizou que a última coisa que a Alemanha quer é que a Europa seja uma réplica de seu país, negando qualquer tentativa de alemanizar a Europa.
Por Vicenç Navarro*, na Carta Maior
A Alemanha convocou o embaixador dos Estados Unidos em Berlim, John Emerson, nesta quinta-feira (24), para prestar explicações sobre suspeitas de que os Estados Unidos teriam espionado o telefone celular da chanceler, Angela Merkel. De acordo com comunicado do porta-voz do governo, Steffen Seibert, há informações de que o celular da chanceler foi interceptado e o governo quer um "esclarecimento completo" e imediato.
Alguns fatos merecem ser destacados na eleição alemã de setembro. Primeiro, o eleitorado alemão votou conservador. Se somarmos os votos do partido CDU, de Angela Merkel (41,5%) com os votos recebidos pelos dois partidos mais à direita, os Liberais (FDP, 4,8%) e a Alternativa (AFD, 4,7%), temos mais de 50% da votação. Ocorre que esses dois últimos ficaram abaixo do mínimo legal de 5% e, segundo a cláusula de barreira, não enviarão representantes para o Parlamento.
Por Liszt Vieira*
A presidenta da Academia Brasileira de Letras (ABL), Ana Maria Machado, convidou nesta terça-feira (8) os participantes da Feira Internacional do Livro de Frankfurt 2013, na Alemanha, para conhecerem melhor a literatura brasileira e toda a sua diversidade.
O resultado numérico e político é claro. A CDU-CSU da senhora Merkel vence as eleições na Alemanha com 41,5% (+7,7%). Conquista 311 cadeiras e chega perto da maioria absoluta (316). É seu melhor resultado nos últimos 23 anos.
Por Fausto Sorini*
Angela Merkel ruma ao seu terceiro mandato depois de haver reduzido a falência da União Europeia a um conflito entre ‘povos dolentes’ – ‘gente como os grego-ibéricos, que se aposenta cedo, dorme tarde e gosta de tirar férias’ – e os laboriosos e austeros germânicos.
Por Saul Leblon*, na Carta Maior
A primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, conquistou neste domingo (22) o seu terceiro mandato à frente do governo da Alemanha. Sua coalizão, constituída pela União Democrata Cristã (CDU) e a União Social Cristã (CSU), alcançou 41,5% dos votos nas eleições legislativas. Em segundo lugar, ficaram os sociais-democratas do SPD, com 25,7%. O partido de esquerda Die Linke, no qual atua uma parte dos comunistas alemães, conseguiu 8,6% e os Verdes 8,4%.