A morte de Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo, repercutiu durante todo o dia nesta quarta-feira (14). Aos 95 anos, Dom Paulo teve uma trajetória que entrou para a história por seu compromisso com a democracia, no combate à ditadura militar nas décadas de 60, 70 e 80, e por sua atuação em defesa dos mais pobres.
O livro “Reforma política e Novo projeto para o país”, lançado nesta terça-feira (22) no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi recebido como uma grande contribuição do ex-deputado e advogado Aldo Arantes ao debate sobre o tema, que é recorrente no parlamento e na sociedade.
O advogado e ex-deputado federal Aldo Arantes, um dos maiores especialistas em representatividade, inclusive por uma longa vivência nas lutas sociais e partidárias, fala ao jornalista Leite Filho, do Café na Política, sobre seu livro,”Reforma Política e Novo Projeto para o Brasil”, que será lançado nesta terça-feira (22), às 10 horas, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília. Segundo Arantes, o Brasil só vai avançar quando fizer uma reforma política de fundo.
“Reforma Política e Novo Projeto para o Brasil” é o tema do livro que será lançado na próxima terça-feira (22), no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, pelo advogado, ex-deputado Constituinte de 1988, e deputado federal em várias legislaturas, Aldo Arantes. O livro analisa o sistema eleitoral brasileiro e apresenta várias alternativas para superar questões como a representação das elites dominantes nos espaços de poder.
Ao comemorar os 50 anos de bispado de d. Paulo Evaristo Arns manifesto minha admiração, gratidão e reconhecimento pelo importante papel que ele desempenhou na luta contra a tortura, pelos direitos humanos e em defesa da democracia e contra a ditadura militar de1964.
Por Aldo Arantes*, especial para o Vermelho
O Brasil enfrenta uma grave crise política. A Constituição está sendo pisoteada. A democracia, obtida com muita luta pelo povo brasileiro, sendo cada vez mais limitada. As conquistas obtidas nos últimos anos, desmontadas. O golpe instalado.
Por Aldo Arantes*
O manifesto lançado no quinta-feira (10), em Brasília, na abertura do Encontro Nacional de Advogados e Advogadas em Defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e da Justiça Social, é assinado por quase uma centena de juristas e, além da defesa da democracia repudia qualquer tentativa de subversão do princípio da soberania do voto popular.
Em 1961, após a renúncia do presidente Jânio Quadros, o Brasil viveu uma grave crise. Contra a tentativa de golpe, que visava impedir a posse do vice João Goulart, o povo foi às ruas. Entre os que derrotaram a aventura antidemocrática, estava o então presidente da UNE, Aldo Arantes. Hoje, momento em que há nova movimentação para impedir um presidente eleito de exercer seu mandato, Aldo concede entrevista à Rádio Vermelho para lembrar a força que o povo tem na defesa da legalidade.
A Coalizão Pela Reforma Política e Democrática iniciou a Semana de Mobilização pela Reforma Política, de 20 a 29 de março, tendo como meta alcançar 1,5 milhão de assinaturas. Em entrevista ao Portal Vermelho, Aldo Arantes, dirigente do PCdoB, ex-deputado, salientou que o momento é de unir forças para derrotar o golpismo e garantir a reforma política democrática e popular.
POr Dayane Santos
Para analistas políticos entrevistados pelo Brasilianas.org, programa apresentado por Luis Nassif na TV Brasil, o país não vive um bom momento para levar adiante uma discussão profunda para a reforma política, sobretudo com base na Proposta de Emenda à Constituição 352/13, do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) que será apreciada pela comissão especial instaurada no início de fevereiro pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
"Estamos é uma etapa da luta social em que o povo brasileiro exige uma reforma política ampla e democrática", declarou Aldo Arantes, secretário de Meio Ambeinte do PCdoB e representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, ao falar sobre a luta pela reforma política e o que ela significa para o avanaço do país.
Marciele Brum e Joanne Mota, da Rádio Vermelho
O governo Dilma Rousseff criou mais três unidades de conservação na região da Amazônia. É o que estabelece o decreto publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13), que institui três reservas extrativistas marinhas, além de ampliar a já existente no Pará. Com a medida sob para cerca de 60 mil hectares de unidades de conservação (UCs).