O tucano Geraldo Alckmin, candidato a presidente pelo PSDB, acreditava que sua campanha iria deslanchar com o acordo que fechou com o centrão em apoio à sua candidatura. Estacionado nas pesquisas de intenção de voto, o ex-governador de São Paulo agora diz que a propaganda de rádio e TV vai mudar tudo.
Rejeitadas pela população, as privatizações são parte importante do programa de governo dos principais candidatos da direita à Presidência. Alinhados com as políticas entreguistas da gestão Michel Temer, os postulantes Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) apontam a venda do patrimônio público como caminho para tirar o país da crise. A estratégia, que já deu errado no Brasil da década de 1990, é desaprovada pelo povo e vai na contramão do restante do mundo.
Por Joana Rozowykwiat
Durante sabatina na TV Record nesta segunda-feira (20), o presidenciável Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à presidência da República, cometeu um ato falho ao vivo.
O argumento de Meirelles é que as legendas não colocaram na ata de suas convenções a formalização do apoio ao candidato do PSDB ao Planalto.
No Brasil, depois que o capitalismo ganhou impulso com a Revolução de 1930, iniciou-se a discussão sobre como promover o aumento e a distribuição da renda nacional. Predominou, a princípio, a tese de que o Estado poderia estimular — e mesmo condicionar — o desenvolvimento econômico.
Por Osvaldo Bertolino*
Em artigo publicado na coluna Opinião do jornal O Estado de S. Paulo na última sexta-feira (10), o superintendente executivo da Fundação FHC, Sergio Fausto, lista "em breves palavras" os motivos que fariam da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República a melhor para "recolocar o país nos trilhos e fazê-lo avançar".
No debate com os presidenciáveis promovido pela Band na noite desta quinta-feira (9), o candidato tucano Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou o que Manuela D’Ávila tem afirmado: sua candidatura é a da manutenção do governo de Michel Temer.
Ex-governador de São Paulo é o nome do capital para dar sequência à política de desmonte do Estado e retirada de direitos. “O PSDB é o cérebro do golpe e deste projeto”, diz João Sicsú.
Em discurso na convenção nacional do PSDB que oficializou a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República, neste sábado (4), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, além de dizer que o "Brasil está avançando", escolheu falar sobre a importância das alianças, numa referência ao grupo de partidos que apoiam a candidatura do tucano.
Por Dayane Santos
Candidato da direita apresenta suas diretrizes de governo, uma reedição do projeto de demolição do Brasil moderno e uma receita certa para castigar o povo.
Ao oficializar a candidatura de Henrique Meirelles, o MDB dá um passo importante para consolidar a manobra de coesão de um setor importante da direita.
Em julho de 2016, o deputado Rodrigo Maia, do DEM, era eleito presidente da Câmara, cargo vago havia dois meses, devido ao afastamento judicial de Eduardo Cunha, do MDB.
Por André Barrocal, na Carta Capital