Na última semana, o deputado estadual Alcides Amazonas (PCdoB-SP) pediu esclarecimentos da Secretaria da Educação de São Paulo, sobre a Chamada Pública 001/CGEB/2013, publicado em 1º. de maio último no Diário Oficial do Estado, edital para compra de livros do governo do estado de São Paulo.
Disposto a ampliar sua base eleitoral para a disputa de 2014, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) deve oficializar nesta quinta (23) a entrada do PRB de Celso Russomanno no primeiro escalão do governo estadual. O objetivo do tucanato vai além do apoio do PRB às eleições para o governo do estado, mas também afasta uma possível aproximação com o PT.
Os trabalhadores da rede estadual de Saúde, de São Paulo completam 21 dias de paralisação para reivindicar 32,2% de reajuste salarial, vale-refeição de R$ 26,22 e prêmio incentivo igual para todos, além de transparência no uso da verba Fundes. Na sexta-feira (24), às 10 horas, a categoria fará nova assembleia na Quadra dos Bancários, no Centro da capital paulista.
As aulas começaram há mais de dois meses e até agora o governo do estado de São Paulo não repassou os livros didáticos do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) a alguns municípios como Embu das Artes (SP) e São Bernardo, onde 10 mil crianças esperam pelo material de diversas disciplinas. São os estados que devem repassar para as redes de ensino municipais.
Francisca Pereira da Rocha, vice-presidente de um dos maiores sindicatos da América Latina, a Apeoesp (Sindicato dos Professores da Rede Oficial do Estado de São Paulo), conversou com o Vermelho/SP sobre a última greve realizada pela categoria e diz que a greve foi vitoriosa por impedir a privatização do Iamspe (Instituto de assistência médica ao servidor pública estadual) e quebrar o mito de que o professor da categoria “O” era demitido se fizesse qualquer tipo de manifestação.
Cerca de 2 mil servidores da rede estadual de Saúde de São Paulo decidiram manter a greve decretada há nove dias. Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (10), na Quadra dos Bancários, região central da capital, os trabalhadores denunciaram a política de desmonte do estado adotada nos últimos 20 anos de governo do PSDB.
Por Deborah Moreira, da redação do Vermelho
Um bebê recém-nascido morreu no domingo (5) dentro do Hospital Geral de Itapecerica da Serra, do governo do estado de São Paulo. O bebê precisou ser levado para a Unidade de Terapia Intensiva logo após o parto porque, de acordo com os pais, sofreu uma queda da maca onde foi deixado por uma enfermeira.
Depois de realizarem uma paralisação de alerta na segunda-feira (6), os trabalhadores do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) de São Paulo aderiram, a partir desta terça-feira (7), à greve da categoria. Está marcada para sexta-feira (10), na Quadra dos Bancários, às 10h, uma assembleia geral dos servidores da rede estadual de Saúde, paralisados desde quarta (1º) para reivindicar reajuste salarial. Eles também denunciam a precarização do setor.
Servidores públicos da educação estadual, que estão em greve há quase um mês e os funcionários da saúde, especialmente do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual, contrários ao projeto de privatização do hospital evidenciam o caos do governo tucano de Geraldo Alckmin provocado pela implantação do projeto neoliberal.
A lista de presentes ofertados pelo Palácio dos Bandeirantes aos seus convidados ilustres nos últimos anos é composta por itens que vão de modestas peças de cerâmica da Sutaco —autarquia que cuida da produção artesanal no estado —, preferidas de Geraldo Alckmin (PSDB), a uma pulseira de R$ 3,8 mil ofertada pelo ex-governador José Serra à rainha da Suécia.
Aliados do ex-governador e candidato duas vezes derrotado à Presidência da República, José Serra, acusam o atual governador tucano Geraldo Alckmin de ter se omitido da disputa pelo controle municipal da sigla em São Paulo, que resultou com a derrota do vereador Andrea Matarazzo.
Dois terços das 75 Prefeituras investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal na Operação Fratelli eram da base do Palácio dos Bandeirantes entre 2008 e 2012. Ao todo 13 prefeituras são do PSDB; 13 do PMDB, 12 do DEM e 12 do PTB (12) são as principais beneficiárias dos recursos sob investigação dos partidos que compõem a base de sustentação dos governadores José Serra (2006-2010) e Geraldo Alckmin (desde 2011).