Prefeitos de municípios da região metropolitana de São Paulo cobraram nesta quarta-feira (28) do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) planos de contingência e de comunicação para o enfrentamento da crise hídrica. O grupo defende a criação de um comitê de crise para atuação em conjunto.
A falta de água em São Paulo, que já afeta 68% da população na região metropolitana, poderá, nos próximos 50 dias, atingir uma situação alarmante. Em declaração à imprensa nesta terça-feira (27), o diretor da Companhia de Água e Esgoto do Estado de São Paulo (Sabesp), Paulo Massato, admitiu que possa adotar “medidas drásticas” para evitar o completo colapso do Sistema Cantareira.
E, de repente, um surto de cegueira acometeu São Paulo. Não se sabe se começou na avenida Higienópolis, na capital, ou se veio do interior. Há quem diga que o primeiro cego perdeu o senso de realidade em Ribeirão Preto. De repente deu de achar que estava na Califórnia. E a epidemia se espalhou silenciosamente pelo estado, por todas as cidades e vilarejos.
Por Mauricio Moraes*, no Portal Fórum
A gestão da comunicação em torno da crise de abastecimento de água em São Paulo está sendo feita por um gabinete junto ao governador Geraldo Alckmin. A equipe de assessores da Sabesp ficou encarregada apenas de ações defensivas e pontuais, como o encaminhamento de declarações e dados para os consumidores e para jornais e emissoras cujo noticiário se desvia eventualmente do padrão estabelecido por praticamente toda a imprensa.
Por Luciano Martins Costa*, no Observatório da Imprensa
Em 2005 houve o grande pacto dos grupos de mídia nacionais, seguindo o modelo do australiano Rupert Murdoch, trazido para o Brasil pelo presidente do grupo Abril, Roberto Civita. Interrompeu-se a competição e definiu-se uma linha única de ação para todos os grupos, que consistia em uma luta sem quartel visando empalmar o poder político para facilitar a travessia para o novo padrão tecnológico que surgia.
Por Luis Nassif*, em seu blog
Pela primeira vez desde que o Sistema Cantareira começou visivelmente a entrar em colapso e afetar o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) admitiu que o racionamento é adotado em algumas localidades. A iniciativa só ocorre agora que o governo pretende adotar uma multa sobre o consumo extra de água.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu a ação da Polícia Militar durante a primeira manifestação do ano contra o aumento das passagens de ônibus. Para Alckmin, a manifestação foi “nota 10” e a força policial foi utilizada para conter a ação de “infiltrados” na manifestação organizada pelo Movimento Passe Livre na última sexta-feira (10). A confusão durante o protesto resultou em mais de 50 detidos e a PM paulista está sendo novamente acusada de agir com truculência.
Para Associação de Consumidores Proteste, governo paulista deve primeiro decretar o racionamento, informar a população e dar um prazo para que se adeque à nova situação.
O novo secretário estadual de Segurança Pública do governo do tucano Geraldo Alckmin, Alexandre de Moraes, afirmou nesta sexta-feira (2) que os altos índices de roubo e latrocínio no estado tem relação com o aumento do consumo.
Uma das mais recorrentes reclamações da oposição é que o PT e aliados estão muito tempo no poder. No entanto, a administração tucana em São Paulo teve início em 1995, com Mario Covas, e desde então o PSDB não saiu do governo do estado.
Durante o curso anual do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em novembro passado, no Rio de Janeiro, um jovem ativista afirmou – com a sua retórica pseudo-revolucionária – que os governos tucanos e petistas agem com a mesma violência contra os trabalhadores. "Eles são farinha do mesmo saco", decretou.
Por Altamiro Borges*, em seu Blog
Enxugamento do Estado, esse foi o tema da primeira reunião do governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB) com o seu secretariado. Na oportunidade, foi anunciado o corte de 15% dos cargos e congelamento de recursos na ordem de $ 6,6 bilhões, a maior parte em investimentos.