Ao paralisar investimentos, estado de São Paulo acentua problemas conjunturais e reduz o ritmo de sua produção, que cai desde a última década.
A crise financeira que há anos abala a USP e chegou no auge em 2014, altera folhas de pagamento, demite e impede a contratação de novos funcionários e congela obras de infraestrutura já em andamento, abala também à Unesp e Unicamp. Ambas as universidades passam por ações de cortes semelhantes às adotadas pela USP. Os reitores das três instituições de ensino temem que o repasse do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação (ICMS) possa diminuir ainda mais esse ano.
Laís Gouveia
Os professores e professoras de São Paulo em greve estiveram nesta quarta-feira (8), na Assembleia Legislativa para denunciar o caos e o sucateamento na educação pública estadual, e exigir abertura de negociação com o governo tucano, que insiste em não ver o caos que se tornou a educação no estado mais importante do país.
Em assembleia realizada na última quinta-feira (2), os professores da rede estadual de São Paulo decidiram manter a greve iniciada em 16 de março. Uma próxima assembleia foi marcada para o dia 10 de abril, em frente ao Palácio dos Bandeirantes.
A crise da rede de metrô paulista, que provocou nos últimos meses acidentes e falhas graves — além de superlotação permanente e paralisia nas obras de expansão — atingiu um patamar mais dramático na última quinta-feira (2). Uma funcionária da empresa terceirizada Prodata, que trabalhava na bilheteria de recarga de bilhetes da estação República — uma das mais movimentadas e centrais –, foi violentada.
O nível do volume morto do Sistema Cantareira ficou estável nesta sexta-feira (3). A Sabesp informa que os reservatórios estão com 19,2% da capacidade. Ainda não foram registradas chuvas na região do manancial neste mês. Porém, nas últimas semanas o sistema teve aumento sucessivos no volume de água.
A direção estadual do PCdoB de São Paulo lamenta profundamente a trágica queda do helicóptero que vitimou o filho do Governador Geraldo Alckmin, Thomaz Rodrigues Alckmin, e mais quatro pessoas. Manifestamos a nossa solidariedade a Geraldo Alckmin e a todos os familiares das vítimas.
O PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e alguns ministros divulgaram notas lamentando a morte do filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e prestando solidariedade à família. Thomaz Alckmin morreu em um acidente de helicóptero ocorrido na tarde de quinta-feira (2), na Estrada da Fazendinha, no município de Carapicuíba, zona oeste de São Paulo. O nome de Thomaz só foi confirmado entre as vítimas do desastre aéreo, que matou mais quatro pessoas, por volta das 22 horas.
A Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) fizeram acordo para cobrar de forma conjunta que a Sabesp apresente até o final deste mês um planejamento para enfrentar a crise hídrica.
Em nota emitida nas primeiras horas de sexta-feira (2), a presidenta Dilma Rousseff manifestou pesar pela morte de Thomaz Alckmin, filho mais novo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. "“Com muito pesar e tristeza, apresento ao governador Geraldo Alckmin e a sua esposa, senhora Maria Lúcia Alckmin, meus sinceros e profundos pêsames pela morte de seu filho Thomaz Alckmin, que estava entre as vítimas do trágico acidente de helicóptero, ocorrido em São Paulo".
Em declaração à Rádio Vermelho, a deputada federal Luciana Santos (PCdoB) falou sobre os impactos da seca para setores estratégicos do país e como ela impacta negativamente no desenvolvimento. A parlamentar compõe a Comissão Especial destinada a estudar e debater os efeitos da crise hídrica.
Da Rádio Vermelho, Ana Cristina Santos e Joanne Mota
Um dia depois do governador de São Paulo Geraldo Alckmin divulgar que a conclusão das obras das estações da linha 5 – Lilás foram adiadas para 2018, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, comentou a respeito da importância dos corredores exclusivos para ônibus, feitos em pouco mais de dois anos de sua gestão.