O governo do estado de São Paulo diz estar agindo para evitar o racionamento de água, adotando medidas como a política de descontos, o uso do volume morto, redução da pressão e obras emergenciais, mas para especialistas em meio ambiente, o que o governo está fazendo são paliativos que não vão resolver definitivamente o problema.
O Projeto de Lei 1.083, de 2015, que institui o Plano Estadual da Educação de São Paulo e deve orientar e estruturar o ensino paulista pelos próximos dez anos, apresentado à Assembleia Legislativa pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), foi duramente criticado por educadores em audiência pública na casa, na manhã desta quarta-feira (12).
A partir desta terça-feira (11), os alunos da Escola Estadual Alexandre von Humboldt, na Vila Anastácio, zona oeste da capital, deixaram de contar com os ônibus fretados que os traziam de bairros distantes da capital e até mesmo de municípios vizinhos.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) afirmou que a falta de água em São Paulo foi resultado da falta de planejamento do governo paulista e relatou que a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos (SSRH) recebeu vários alertas sobre a necessidade de um plano de contingência para eventuais riscos de escassez hídrica na Região Metropolitana de São Paulo. A pasta negou as alegações e disse que era "impossível" prever a estiagem de 2014.
Uma loucura que se comete no Brasil desde a Constituição de 1988 – a autonomia financeira de entes, corporações e organismos sustendos com dinheiro público.
Por André Araújo, no GGN
Nos próximos dias 20 e 21, a população paulista poderá levar ao Ministério Público do Estado (MP-SP) relatos, documentos, informações ou qualquer outro subsídio que possa auxiliar na instrução de dez inquéritos que investigam as causas, consequências e responsabilidades sobre a falta de água que atinge São Paulo desde o ano passado.
O desembargador Francisco Casconi, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou nesta quinta-feira (30) recurso do governo estadual contra a intimação para o pagamento dos dias parados durante a greve realizada entre 16 de março e 12 de junho.
Na semana passada, o jornal espanhol El País publicou uma reportagem bombástica que até poderia ter sido produzida no Brasil – se a mídia nativa não fosse tão chapa-branca e tucana. Assinada pela jornalista Maria Martín, ela mostra que no momento mais dramático da falta de água em São Paulo houve uma explosão dos casos de diarreia no Estado mais rico da federação.
Por Altamiro Borges, em seu blog
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o secretário estadual da Educação, Herman Voorwald, foram intimados mais uma vez nessa quinta-feira (23), a explicar quais providências tomaram para cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o pagamento imediato dos dias descontados de todos os professores que entraram em greve no prazo de 48 horas.
Ao participar do lançamento do livro do surfista brasileiro Gabriel Medina, nesta quinta-feira (23), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tentou furar a fila e foi vaiado.
O desembargador Francisco Cascone, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, assinou nesta quarta-feira (22) mandado de segurança em que dá 48 horas de prazo para que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e seu secretário da Educação, Herman Voorwald, paguem os dias descontados indevidamente dos professores.
Para o conselheiro Roque Citadini, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo, ao modificar as regras do programa da Nota Fiscal Paulista, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) aplicou um calote no consumidor.